Bravos valentes – Vaqueiros do Brasil (2021)

Brasil (SC-RJ)
Longa-metragem | Não ficção
DCP 2k, cor, 77 min

Direção: Ralf Tambke.
Companhia produtora: Plural Filmes; Globo Filmes; GloboNews

Primeira exibição: São Paulo (SP), Espaço Itaú de Cinema Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569, 3º piso, Consolação), 30 set 2021, qui + Rio de Janeiro (RJ), Espaço Itaú de Cinema Botafogo, 30 set 2021, qui
Primeira exibição RS: Bagé (RS), 12º Festival Internacional de Cinema da Fronteira [17-19 dez]-Mostra Competitiva Internacional de Longas-metragens, Centro Histórico Vila de Santa Thereza-Teatro Santo Antônio (Av. Visconde Ribeiro de Magalhães), 19 dez 2021, dom, 18h (presença do diretor e montadora)

 

Depois de três anos de trabalho de pesquisa, Bravos valentes – Vaqueiros do Brasil apresenta quatro personagens e, através deles, a ideia de conhecer diferentes territórios brasileiros nos seus múltiplos aspectos socioambientais e culturais. A equipe percorreu paisagens distintas, em diferentes estações, reforçando a relação dos personagens com os ciclos da terra, com o tempo e as transformações ao longo do ano. Convivendo com os personagens, o filme registra seus dias, mostrando que o trabalho do vaqueiro está além do manejo do gado, revelando quase que uma simbiose, cada um como um elemento do lugar que ocupa, cada qual como parte daquela terra.

Ralf Tambke, em 2012, filmou Vaqueiros encantados na Ilha do Marajó (PA) sobre a lida e cotidiano dos vaqueiros marajoaras, em um recorte que junta trabalho e religiosidade, a pajelança e o mundo da encantaria, especialmente sob a proteção do vaqueiro Boaventura, uma segurança para os homens que se arriscam na busca do gado búfalo e sua lida diária, que exige destreza, resistência e muita bravura. A partir dessa experiência e das tantas outras pelos sertões do Brasil, veio com força a ideia de registrar de forma próxima o trabalho diário dos vaqueiros brasileiros e suas particularidades que estão diretamente relacionadas ao lugar de onde são, quase como se misturassem àquele habitat onde se inserem e são parte. As múltiplas viagens que Ralf fez trabalhando junto à equipe da TV pública alemã (Bayerischer Rundfunk/ARTE) filmando a vida selvagem no Pantanal, levando-o a conhecer de perto a cultura pantaneira, foi outro empurrão para que o diretor se sensibilizasse pelo tema.

Participação especial da voz de José Paes de Lira, que pontua a narrativa com poemas e fragmentos textuais de Guimarães Rosa, Luiz da Câmara Cascudo, Eurico Alves Boaventura, Washington Queiroz e tantos outros, tangenciando a trova, reverenciando a poesia popular, a força e o brilho do cancioneiro que Lirinha carrega em tudo, e sublinha em voz. O filme também é música, presente na composição e na interpretação de Roberto Corrêa, violeiro, compositor e especialmente pesquisador musical. Roberto traz a sonoridade de muitas violas, traduzindo o universo rural e sua regionalidade pela escolha dos instrumentos (viola-de-samba, viola de cantoria, viola caipira, viola de cocho, viola de gamba e violão) e pelo seu toque, que fala da singularidade musical brasileira, que abraça toda a pluralidade de influências sonoras ancestrais, e também forasteiras. Todo o trabalho e dedicação do compositor e intérprete à trilha sonora de Bravos valentes faz com que a composição, as paisagens, os personagens, todo esse mundo que vem de longe e que muitas vezes é invisível ou minimizado para tantos brasileiros, se recorte grande, magistral. O artista paraibano radicado no Rio de Janeiro, Ciro Fernandes, há anos cria sua arte com trabalhos em gravura, desenho, pintura, e também como luthier, fabricando artesanalmente instrumentos de corda. Sua arte de maior visibilidade está relacionada à xilogravura, trabalho que iniciou pela sua relação visceral com a literatura de cordel. Também ilustrou muitos livros clássicos da literatura brasileira. Ciro Fernandes criou especialmente para o filme uma xilogravura onde representa os quatro personagens.

Bravos valentes – Vaqueiros do Brasil é uma produção Plural Filmes em coprodução com Globo Filmes e GloboNews, exibido primeiramente em salas de cinema e depois na plataforma Globoplay e no canal GloboNews. A Plural Filmes é uma produtora audiovisual de conteúdo independente, criada em 1994, no Rio de Janeiro, e depois com sedes em São Paulo e Florianópolis. Ao longo de sua trajetória, privilegiou projetos de longas, documentários, séries e curtas, a abordagem e registro da pluralidade cultural e da sociedade brasileira, seja em ficção ou não ficção. Entre as recentes realizações, estão: série de ficção Submersos (13 episódios / Paramount Brasil); duas temporadas da série documental Visceral Brasil – As veias abertas da música (26 episódios / Canal Curta / TV Brasil); o longa doc Sobre sonhos e liberdade, em coprodução com Portugal, filmado no recôncavo baiano; duas temporadas da série Invenções da alma – Arte popular brasileira (26 episódios, canal Arte 1); série de documentários sobre permacultura Juntos (13 episódios / Curta); longa de ficção Lua em sagitário (coprodução com Argentina – Ibermedia / Canal Brasil); os documentários longos A Maravilha do século (CineBrasilTV), Terra cabocla (edital FCC/SC / Canal Brasil), Maracanã – Templo das emoções (coprodução com Alemanha); a série Floresta, onde a terra respira, sobre populações que vivem nas e das florestas brasileiras (13 episódios, CineBrasilTV); o longa de ficção A Alegria do amor (Downtown).

A montagem organiza o filme em quatro blocos, quatro histórias. Uma montagem que dá tempo para o plano se desenvolver, explora ao máximo sua potencialidade, como nas cenas de adestramento, que são hipnotizantes: o tempo da aproxiamação do vaqueiro ao cavalo é sentido no tempo do plano. A montadora Nara Hailer ganhou o prêmio da categoria no XII Festival Internacional de Cinema da Fronteira, onde Bravos valentes era um dos longas concorrentes em sua estreia presencial no estado. Ela e o diretor estavam presentes. A última história é no Rio Grande do Sul, perto de Bagé, e acompanha Afonso Manuel Collares da Silva.
Outro vínculo de Ralf Tambke com o RS é Os Sete sacramentos de Canudos, do qual é um dos diretores. Residindo há anos em Santa Catarina, sua produtora tem projetos que envolvem o estado, como os  documentários A Luta da erva (edital da FCC/SC), narrado em língua guarani, abordando a cultura ancestral da erva mate no sul do Brasil. E Lupicínio Rodrigues – Confissões de um sofredor (A. Manevy, 2022).

Sinopse


Em Moreilândia, semiárido pernambucano, Maria Eduarda Lopes da Silva é vaqueira e estudante do Instituto Federal do Crato. Com vinte e poucos anos, ela se orgulha de ter herdado do avô e dos pais o conhecimento do ofício, mesmo em um universo onde o gênero masculino é maioria. Com a indumentária tradicional de couro, uma proteção contra os espinhos, ela penetra a caatinga em busca do bezerro desgarrado, seja na seca ou no período chuvoso.

No Pantanal sul do Mato Grosso, Adelino Borges carrega na face os traços de seus ancestrais guaicurus, os indígenas cavaleiros que ocupavam toda aquela região no passado. Diferente de Maria Eduarda, cuja família é a dona da terra, Adelino trabalha em uma fazenda, e com orgulho, bota em prática o que aprendeu, é mestre na doma racional do cavalo pantaneiro. No dia a dia cercado pela diversidade da fauna do Pantanal ele diz que "o pantaneiro só teme a Deus, não tem medo de nada nem de onça".

No arquipélago do Marajó, Pará, na foz do rio Amazonas, onde se concentra o maior rebanho de gado búfalo do país. Lá as vozes dos vaqueiros marajoaras são muitas, o trabalho é feito em equipe, grupos de vaqueiros levando as manadas de búfalos e cavalos marajoaras, resistentes tanto aos períodos em que ficam cobertos pelas águas, quanto aos períodos de lamaçais e ao tempo seco, de solo batido. Pedro Costa, vaqueiro de Cachoeira do Arari, falecido pouco após a filmagem, é uma das vozes da vaqueirice marajoara, assim como Nico (Emanuel Augusto Leal Filho), de Soure, ou Nenga (Carlos Augusto Cabral dos Santos), também do Arari. A religiosidade, a fé, as "mandingas", caminham junto com a dureza do trabalho da lida com o gado nas extensas fazendas.

No Rio Grande do Sul, quase Uruguay, à beira do Rio Camaquã, na região de Palmas, Bagé, o vento minuano e as baixas temperaturas caracterizam um inverno incomum na maior parte do país. Afonso Manuel Collares da Silva, 73 anos, carrega o orgulho gaúcho da arte de camperear, de laçar, de valorizar sua cultura, herança dos povos charrua. Naquele solo pedregoso, recortado por cânions, riachos e os campos naturais dos pampas, Afonso é a tradução da representação autêntica da valentia e elegância do gaúcho, sempre junto ao seu cavalo crioulo, aos cães ovelheiros e ao seu rebanho: bois, vacas e ovelhas.

Ficha técnica


IDENTIDADES
Narração: José Paes de Lira.
Em Moreilândia, PE:
Maria Eduarda Lopes da Silva (vaqueira).
Família de vaqueiros: Antonia Iraildo Lopes da Silva 'Toim', Antonia Simone Lopes da Silva, Cicero Soares Lopes, José Santos 'Zé', Marilene Maria da Silva 'Lia', Maria Roberlândia Lopes da Silva, e as crianças Ingrid e Alison.
Vaqueiros (Serrita): Antonio Geovani Lopes, Claudier Bezerra de Lavor, José Ivan da Silva, Julio Duqueira, Luis Felipe Lira da Silva, Macieldo Bezerra de Lavor 'Chico'.
Participação (Serrita): Irinei do Mestre, Julio Duqueira, Thiago Câncio.
Em Aquidauana, MS [vaqueiros pantaneiros]:
Adelino Borges,
Jonas Barbosa Costa 'Jonão'.
Em Cachoeira do Arari, Ilha do Marajó, PA [vaqueiros marajoaras]:
Pedro Costa, em memória,
Carlos Augusto Cabral dos Santos 'Nenga',
Eurico Pinheiro da Silva Filho, Mauro Cabral dos Santos, Paulo Euzébio Barbosa Pereira 'Tio', Paulo Sergio Mendes 'Paulinho', Raimundo Alves Gomes, Raimundo Nonato Conceição da Silva.
Em Soure, Ilha do Marajó, PA [vaqueiros marajoaras]:
Manuel Augusto Leal Filho 'Nico',
Rogério da Conceição Alcântara.
Em Palmas, Bagé, RS [vaqueiros pampas – campeiros]:
Afonso Manoel Collares,
Alberto Gonçalves Rodrigues,
Lúcio Rodrigues Colares, Olavo Rodrigues de Rodrigues, Rogério Colares de Rodrigues.
Participação (Fazenda Sossego): Cris Collares, Daniel Vaz Lima, Marcia Collares, Nathália Brandes Décmo Rodrigues, Vera Collares, Zilo Antônio Trassante.
Em Barra do Quaraí, RS, Cabanha Pai Passo [vaqueiros pampas]: Adam Rafael dos Santos, Carlos Eduardo Felix, Diego Santos Oliveira, Eberton de Barros Cafatti, Jorge Genaro Feliz Lagrega, Leonardo Rodrigues Maidana, Paulo Amaral Freitas, Silvio Adriano Ribeiro Alves.

DIREÇÃO
Direção: Ralf Tambke.

ROTEIRO
Pesquisa e roteiro: Marcia Paraiso.
Consultoria povos tradicionais Marajó: Edna Marajoara.

PRODUÇÃO
Produção: Marcia Paraiso.
Produção executiva: Helio Levcovitz, Ralf Tambke.
Direção de produção: Marcia Paraiso.
Assistência de produção (Serrita): Murilo Oliveira.
Transporte (Pantanal): Laurentino Duarte Assunção.

Pesquisa e produção na pré-produção: Juliana Kroeger.
Produção executiva na pré-produção: Adriano Rocha.

FOTOGRAFIA
Direção de fotografia: Anderson Capuano, Ralf Tambke.
Operação de câmera: Anderson Capuano, Pedro Marroig, Ralf Tambke.
Operação de câmera adicional: Clóvis Ghiorzi, Kike Kreuger.
Imagens aéreas: Silvio Marchetto.

Fotografia de cena: Marcia Paraiso.

SOM
Som direto: Gustavo Andrade.
Som direto adicional: Gustavo Aguiar, Ju Baratieri, Juliana Kreuger.

MÚSICA
Trilha sonora original – composição: Roberto Corrêa.
Músicos: Roberto Corrêa (viola-de-cantoria, viola-de-samba 'machete', viola caipira, viola-de-cocho, violão), Cecília Aprigliano (viola de gamba baixo).

Músicas:
Estudos musicais para vaca e boi // Gravadora independente
• "Vaca aluada 1" (viola-de-cantoria & cello)
• "Vaca aluada 2" (viola-de-cantoria)
• "Boi desespero" (viola-de-cantoria)
• "Potiguarã 2" (viola-de-cantoria)
• "Potiguarã 1" (viola-de-cantoria)
• "Vaca aluada 3" (viola-de-cantoria & cello)
• "Mamãe eu quero meu boi" (voz, gamba, viola caipira & cello)
• "Vaca ventania" (viola caipira, violão & cello)
• "Boi solidão" (viola-de-cocho & cello)
• "Boi babão" (viola-de-cocho & cello)
• "Vaca trovoada" (viola-de-cocho & cello)
• "Fado boi 1" (viola-de-samba, violão & cello)
• "Fado boi 2" (cello solo)

Outras músicas:
• "Cerro da toca" (Guilherme Collares, Rodrigo Collares; vanera) por Guilherme Collares e Rodrigo Collares // Gravadora independente
• "Malcriado" (Guilherme Collares, Rodrigo Collares; xote) por Guilherme Collares e Rodrigo Collares // Gravadora independente

ARQUIVO
Pesquisa de imagens de arquivo: Affonso Nunes, Joana Paraiso.

Fotografias de arquivo:
Título.
Tipo do norte do Brasil: vaqueiro.
Custódia.
Biblioteca Nacional (Brasil).
Coleção.
Thereza Christina Maria.
Acervo da Fundação Biblioteca Nacional.
Ilustrações: Percy Lau.

Citações textos (trechos):
Carta do primeiro governador geral do Brasil, Tomé de Souza, ao rei João III, 18 de junho de 1551.
CASCUDO, Luiz da Câmara. Tradições populares da pecuária nordestina.
QUEIROZ, Washington. Bahia e vaqueiros: um débito.
João Guimarães Rosa. Entrevista a Günter Lorenz. Gênova, janeiro de 1965.
BOAVENTURA, Eurico Alves. Fidalgos e vaqueiros.
POPPINO, Rollie. Feira de Santana.
BARROS, Manoel de. Livro sobre nada.
CASCUDO, Luiz da Câmara. História do Rio Grande do Norte.
Marcia Paraiso: trecho gaúchos e trecho guaicurus

FINALIZAÇÃO
Montagem: Nara Hailer.

Coordenação de finalização: Yasser Socorrás.
Montagem material promocional e adicional: Glauco Broering.

Edição de som e mixagem: Leonardo Machado (em memória), Coletivo do Som, Leandro Cordeiro.
Mixagem Cool Tunes [5.1]: Guy Wenger.

EQUIPE Link Digital
Atendimento: Denise Miller, José Arruda Junior.
Coordenação: João Paulo Reis, Roberto Tyszler.
Colorista: Paulo Carou.

EQUIPE Globo Filmes
Direção executiva: Edson Pimentel.
Marketing e lançamentos: Giselia Martins, Ruth Zagury Levy Epstein, Maria Luiza Massa, João Carlos Dias, Larissa Paparana.
Produção: Simone Leandro de Oliveira, Carolina Rapp, Flávia Naliato, Giulia Ávila, Yan Alberto.
Planejamento e controle: Antônio Almeida, Joana Frenkel, Maria Isabel Zaranza Cerqueira, Gabriel Machado, Milena Holanda.
Assessoria jurídica: Isabella Girão, Clarissa Kede, Beatriz Vianna.
Apoio administrativo: Maria Conceição Correia, Rosa Maria Pereira, Rafael Cortes.

EQUIPE GloboNews
Direção: Miguel Athayde.
Chefe de redação: Fátima Baptista.
Supervisão editorial: Renée Castelo Branco.
Produção: Luiz Eduardo Garcia.
Agradecimentos: Eugênia Moreyra, Olívia Renault.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Assessoria jurídica: Custódio & Junckes Adv. Associados.
Estúdio de gravação de voz: Rovilson Paschoal.
Estúdio de finalização de imagem: Link Digital (Rio de Janeiro).

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Plural Filmes (Florianópolis).
Coprodução: Globo Filmes (Rio de Janeiro); GloboNews (Rio de Janeiro).
Patrocínio: CVC Brasil – sempreComVC.
Apoio: Land-Rover.
ANCINE Agência Nacional do Cinema.

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos: APEGA Associação dos Vaqueiros de Pega do Boi na caatinga, Alacid Filho, Anamélia Barbosa Ribeiro, Ana Tereza de Amorim Acatauassú Nunes, Bertha Cabral, Cabanha Pai Passo (Barra do Quaraí), Carimbó Cruzeirinho (Soure), Carla Joner, Claudia Medeiros, Dário Pedrosa, Edne Maués, Eida Maria Vasconcelos Leal, Embrapa Roraima, Fazenda Araruna, Fazenda Barra Mansa Pantanal (Aquidauana), Fazenda Sanjo (Soure, Ilha do Marajó), Fazenda Sossego (Palmas, Bagé), Fundação Padre João Câncio, Glauco Broering, Guilherme Rondon, Helena Câncio, Lino Ramos, Luis Alexandre Barbosa, Luiz Fernando da Silva Oliveira, Marcia Collares, Marcelo Buti, Maria Bastos, Pedro Martins Bastos, Ramayana Braga, Washington Queiroz, Vera Collares, Zezinho Vianna.

FILMAGENS
Brasil /
PE, em Moreilândia;
MS, em Aquidauana;
PA, na Ilha do Marajó, em Cachoeira do Arari; em Soure;
RS, em Palmas, município de Bagé; em Barra do Quaraí, na Cabanha Pai Passo.

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:16:41
Som:
Imagem: cor
Proporção de tela:
Formato de captação:
Formato de exibição: DCP 2k

DIVULGAÇÃO
Arte gráfica: Concepção artística xilogravura de Ciro Fernandes com design gráfico de Bady Cartier.
Assessoria de comunicação: Linete Martins, Luiza Machado.

PREMIAÇÃO
• 12º Festival Internacional de Cinema da Fronteira 2021: melhor montagem.

DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa:
Distribuição cinemas: Plural Filmes.
Distribuição TV fechada e streaming: Boulevard Filmes.
Contato:

OBSERVAÇÕES
Títulos alternativos: Brave and fearless, brazilian cowboys
Grafias alternativas: José Paes de Lira e José Paes de Lira 'Lirinha' | Emanuel Augusto Leal Filho 'Nico' e Manuel Augusto Leal Filho 'Nico' | Afonso Manuel Collares da Silva e Afonso Manoel Collares
Grafias alternativas (funções): Imagens adicionais | Fotos still

BIBLIOGRAFIA

Exibições


• São Paulo (SP), Espaço Itaú de Cinema Shopping Frei Caneca (R. Frei Caneca, 569, 3º piso, Consolação), 30 set 2021, qui (lançamento)

• Rio de Janeiro (RJ), Espaço Itaú de Cinema Botafogo, 30 set 2021, qui (lançamento)

• GloboNews + Globoplay, 30 nov 2021

• Bagé (RS), 12º Festival Internacional de Cinema da Fronteira [17-19 dez]-Mostra Competitiva Internacional de Longas-metragens, Centro Histórico Vila de Santa Thereza-Teatro Santo Antônio (Av. Visconde Ribeiro de Magalhães), 19 dez 2021, dom, 18h (presença do diretor e montadora)

• Avanca (PT), 26th Avanca Film Festival-International competition-Television, ago 2022

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Bravos valentes – Vaqueiros do Brasil. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2024. Disponível em: https://cinematecapauloamorim.com.br//portaldocinemagaucho/1353/bravos-valentes-vaqueiros-do-brasil. Acesso em: 18 de abril de 2024.