Tropeiro velho (1979)

Brasil (RS)
Longa-metragem | Ficção
35 mm, cor, 104 min

Direção: Milton Barragan.
Companhia produtora: Teixeirinha Produções

Primeira exibição: Porto Alegre (RS), 7 maio 1979, seg (lançamento)

 

Em Tropeiro velho os temas recorrentes em/de Teixeirinha estão todos: vingança, justiça (reparação de um erro), exílio, busca do sucesso, discriminação social, desconhecimento da existência de um filho. Como em muitos outros filmes, este começa com uma bofetada que desencadeia a sede de vingança de Malacara. É a partir da sua armação que Victor é acusado de algo que não fez, de ter roubado o cavalo do pai. Trata-se da clássica matriz da "culpabilidade intercambiável" que permeia a obra de Hitchcock.

Passaram-se 10 anos de exílio. Teixeirinha, enquanto dirige, voltando com Mary e o filho, canta/filosofa sobre isso no rasqueado "Parado no tempo": "Saí um dia pra onde eu não sei / Nunca cheguei pra onde eu saí / Me encontro aqui parado no tempo / Passou o tempo e eu não percebi". O presente é a superação do passado, pois ele é um sucesso no presente. Ele é sempre vencedor. No entanto, sendo fiel ao pai, ele renega o dom (artista) para ser tropeiro.

Tropeiro velho é uma variação da história do artista, daquele que vai para a cidade tentar a carreira de cantor e consegue e depois de um longo tempo volta triunfante. E há o amor que deixou: a impossibilidade do amor, sempre impedido por terceiros. Não há o trauma da perda da mãe. Nesse filme toda a atenção é para o pai, a canção é uma ode ao amor paterno, um elogio do esforço e do trabalho. No entanto, mesmo a mãe sendo só um elemento da cena dramática, é nela que ele sublima toda sua dor e mágoa, como neste diálogo que transcreve o seu jeito de falar: "Mãe, esse rosário eu deixarei para a senhora rezar por mim, que eu sempre rezarei pela senhora. Por onde eu andar, a senhora sempre ouvirá minha voz. As minhas canções serão sempre dedicada ao grande amor que eu tenho pela senhora. Nunca esqueça de mim, nunca, mãezinha".

A questão religiosa sempre tão sincrética em Teixeirinha não é diferente aqui. É a força, a soma da fé que produz certos milagres. Alex pede pra Deus para o pai voltar, Teresa vai rezar para que Deus ajude e Dorvalina acende vela e reza para o Negrinho do Pastoreio trazer o cavalo e o filho. E dá certo.

É o filme mais ousado em termos sexuais. Os primeiros planos são de Mary tomando banho nua no rio. Neste rio, depois uma rosa branca boiando sob as águas metaforiza a perda da virgindade da personagem. É o primeiro e único filme que indica que eles transam.

Tony Rabatoni volta a fazer a fotografia e a emprestar seu domínio nas cenas de faroeste e tiroteio. A comédia como sempre fica com Pipiolo, como o camelô Vitrola (o arquétipo do "bobo" do melodrama). O seu número de dublagem é com a ária "La Donna è mobile" da ópera Rigoletto, em rotação alterada e distorcida como das outras vezes.

A maioria das músicas pertencem a dois LPs que tinham sido recém lançados: Canta meu povo / Fronteira gaúcha (1977) e Amor de verdade / Inseparável violão (1978). [O título duplo, um na capa e outro na contracapa é recorrente nos anos 70]. No filme aparecem as capas de dois discos: Norte a sul (1977) e de Amor de verdade / Inseparável violão.

"Tropeiro velho" uma de suas músicas mais aclamadas – que empresta a história e o título para o filme – aparece no LP Última tropeada (1968) e no filme Ela tornou-se freira (1972). Em Tropeiro velho o xote toca três vezes: nos créditos iniciais (sem o falado inicial), depois que o pai morre (em sua integralidade, com o falado) e no finalzinho (reprise do trecho final). Como já observado nos outros filmes, as músicas estão plenamente relacionadas com a narrativa ora ilustrando ora fazendo avançar a história ora como determinada reflexão ou estado de espírito. Mary canta a bela guarânia "Serenata suburbana", autoria de Capiba, do seu LP, Mary Terezinha (1978), que expressa a tristeza e melancolia da personagem.

Depois de filmar em Porto Alegre, São Paulo, Passo Fundo, Ijuí, Santa Cristina do Pinhal, São Francisco de Paula, Rio Pardo, a cidade em Tropeiro velho é Osório, no caminho entre a capital e as praias do litoral norte, mas a ação está concentrada no campo. Em algumas poucas cenas há um registro da região central, em torno da Praça Nossa Senhora da Conceição – que em comparação com os dias atuais – observa-se grande mudança. Prédios que continuam, em planos rápidos, são da Biblioteca Pública Fernandes Bastos, criada por decreto em março de 1943, onde era a antiga Prefeitura e a interessante construção do Big Hotel (R. Machado de Assis).

Sinopse


O bandido Malacara vê Mary tomando banho nua no rio. O namorado Victor tira satisfações, dá uma bofetada, lutam e ele promete vingança. Sob os créditos (com "Tropeiro velho"), o pai de Victor, Osório Teixeira e peões levam a boiada. No centro da cidade de Osório, Victor conhece o camelô Vitrola. Esperança, o cavalo preferido de Osório desaparece. Malacara diz para Osório que foi Victor quem roubou o cavalo. Acusado pelo pai, ele abandona magoado a fazenda e vai para a cidade tentar a vida como cantor. Antes de partir, à beira do rio, Mary entrega-se para Victor. Um mês depois, Victor em estúdio de rádio cantando. Reencontra Vitrola e mostra o primeiro LP [capa de Norte a sul]. Na pedreira, Osvaldo, irmão de Victor, que sempre acreditara na sua inocência, descobre que o verdadeiro ladrão do cavalo é Malacara. Osório, ao saber da verdade, jura vingar-se de Malacara. Mary, a noiva que Victor deixou, está grávida. Expulsa de casa pelo pai Armando, encontra Malacara na pedreira, que tenta seduzi-la, sendo salva por Osório que passava pelo local. Sabendo que vai ser avô, resolve levá-la para sua fazenda. Na cidade, Victor faz sucesso e vende milhares de discos: viagens e apresentações em rádios e TVs. O pai Osório definha de remorso por ter expulso injustamente o filho de casa. Um dia Victor vai fazer uma apresentação em Osório. Mary vai visitá-lo no hotel e pede para que ele retorne. Victor não quer voltar, mas muda de ideia quando ela apresenta o filho de 9 anos. Emocionado, o cantor volta para casa e encontra no galpão o tropeiro velho perdido em divagações. Osório pede perdão e morre. O cantor larga a música e assume a fazenda do pai. No meio de uma tropeada, Malacara e os bandidos preparam uma emboscada para Victor, Osvaldo e os peões. Após tiroteio com os bandidos, a paz é restabelecida. Mary está feliz por ser a mulher do mais novo tropeiro do Rio Grande. No campo, em fusão, Osório aparece tomando chimarrão.

Ficha técnica


ELENCO
Teixeirinha (Victor Teixeira),
Mary Terezinha (Mary),
Jimmy Pipiolo (Vitrola),
Vania Elizabeth (Tereza), Gaúcho Alegre (Malacara), Teixeirinha Filho (Osvaldo), Alexandre Teixeira (Alex),
Pedro Machado (Armando, pai de Mary), Suely Silva (Dorvalina), El Condor, El Cid, Tia Eva (Carolina, mãe de Mary), Croaldo do Amaral, Loreni Munhoz,
Alventino Rocha, Angelo Prando, Francisco de Souza, João do Amaral, Airton Ferreira, Renato Arnold, Ramon Hot Dog.
Não creditados: Magnus Wichmann, Liane Ledurina Teixeira, Antoninho Silva e Seu Conjunto.
Atores convidados: Darcy Fagundes (Osório Teixeira), Ivan Castro (Anastácio), Valdomiro Mello, Líria Teixeira (Laura).

DIREÇÃO
Direção: Milton Barragan.
Assistência de direção: Ida Maria Bernardi.
Continuidade: Leila Rita Bavia.

ROTEIRO
História original: Vitor Mateus Teixeira [Teixeirinha].
Roteiro: Milton Barragan.

PRODUÇÃO
Produção: Vitor Mateus Teixeira [Teixeirinha].
Produção executiva: Teixeirinha Filho.
Direção de produção: Rui Favalli Bastide.
Assistência de produção: Francisco de Souza, Loreni Munhoz.

BASE (não creditados)
Datilógrafas: Líria Teixeira, Leila Rita Bavia.
Administração: Helena Jung Martins.
Inscrição de atores: Jimmy Pipiolo.
Publicidade: Jerônimo Gilberto F. Lima.
Distribuição: Paulo Sichonany.

FOTOGRAFIA
Direção de fotografia: Tony Rabatoni.
Assistência de câmera: José Roberto Reis.
Ajudante de câmera: Carlos R. P. de Almeida.

Eletricista: Edelmar de Moura.
Maquinista: Helio Martins.
Ajudante de maquinaria: Neri Q. da Rosa.

Fotografia de cena: Erwin Rheinheimer, Gaúcho Alegre.

ARTE
Efeitos especiais: Marino Henrique.

Consultoria de costumes: Croaldo do Amaral.
Guarda-roupa: Silvia Cardoso.

Maquiagem: Marino Henrique.

MÚSICA
Seleção de músicas incidentais: Pedro Amaro.

Músicas (ordem de inserção, não creditadas):
• "Tropeiro velho" (música, letra: Teixeirinha; xote) por Teixeirinha (voz) e Coro [créditos iniciais, sem o falado inicial] [LP: Última tropeada, 1968; faixa B2]
• "No braço do meu pinho" (música, letra: Teixeirinha; xote) por Teixeirinha (voz, violão) [LP: Canta meu povo / Fronteira gaúcha, 1977; faixa B5]
• "La Donna è mobile" (música: Giuseppe Verdi, libreto original italiano: Francesco Maria Piave; ária do terceiro ato da ópera Rigoletto) [em rotação alterada]
• "??" por Mary Terezinha (acordeon) [trecho]
• "Inseparável violão" (música, letra: Teixeirinha; samba) por Teixeirinha (voz, violão) [LP: Amor de verdade / Inseparável violão, 1978; faixa A1]
• "Serenata suburbana" (música, letra: Capiba; guarânia) por Mary Terezinha (voz) e Coro [LP: Mary Terezinha, 1978; faixa B4]
• "Última gineteada" (música, letra: Teixeirinha; xote) por Teixeirinha (voz, violão) [LP: Última gineteada / Menina que passa, 1974; faixa A1]
• "??" instrumental para as danças folclóricas por Antoninho Silva e Seu Conjunto
• "Sou todo triste" (música, letra: Teixeirinha; milonga) por Teixeirinha (voz, violão) [trecho] [LP: Amor de verdade / Inseparável violão, 1978; faixa A3]
• "Eu quisera" (música, letra: Teixeirinha; valsa) por Teixeirinha (voz, violão) [trecho inicial] [LP: Canta meu povo / Fronteira gaúcha, 1977; faixa B4]
• "Só agora choramos" (música, letra: Teixeirinha; valseado) por Teixeirinha (voz, violão) [trecho final] [LP: Amor de verdade / Inseparável violão, 1978; faixa A4]
• "Filho injusto" (música, letra: Teixeirinha; rasqueado) por Teixeirinha (voz, violão) [trecho inicial] [LP: Doce coração de mãe, 1968; faixa B1]
• "Meu pingo branco" (música, letra: Teixeirinha; xote) por Teixeirinha (voz) [trecho inicial] [LP: Amor de verdade / Inseparável violão, 1978; faixa B5]
• "Meu pedaço de chão" (música, letra: Teixeirinha; toada-milonga) por Teixeirinha (voz) [trecho inicial] [LP: Amor de verdade / Inseparável violão, 1978; faixa B3]
• "Parado no tempo" (música, letra: Teixeirinha; rasqueado) por Teixeirinha (voz) [LP: Menina da gaita / O Centro oeste brasileiro, 1978; faixa B1]
• "Tropeiro velho" [reprise, integral]
• "Tropeiro velho" [reprise, trecho final]

FINALIZAÇÃO
Edição: Milton Barragan.
Assistência de edição: Maria Teresinha Zinn.
Técnico de som: Julio Perez Caballar.
Ruídos e mixagem: Orlando Silveira.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Película: Kodak Eastmancolor.
Laboratório de imagem: Revela S.A. Laboratório Cinematográfico (São Paulo).
Estúdio de som: Odil Fono Brasil (São Paulo).

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Teixeirinha Produções (Porto Alegre).

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos: Prefeitura Municipal de Osório, Câmara de Vereadores, Secretaria de Turismo, Secretaria de Obras Públicas, Brigada Militar 8º BPM Batalhão de Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, CEEE Companhia Estadual de Energia Elétrica, CTG Estância da Serra e sua Invernada Artística, Hotel Bassani, Big Hotel, Croaldo José do Amaral, Darci Pereira de Azevedo, Gentil Alves, José Alberto Diel, Mário M. Peixoto, Pedro S. de Souza, Deoclécio Cardeal, TV Piratini e Rádio Farroupilha, Posto Renascença-Shell, Organizações Ramos, Águas Minerais Vontobel, Fab. Schauenberg & Cia. Ltda., Rádio Osório, Correio do Litoral, Piquete de Laçadores Presilha da Amizade (Ubiretama), Piquete de Laçadores Matias Velho (Santo Antônio da Patrulha), Piquete de Laçadores General Osório. Ao carinho e colaboração de todo o povo de Osório, a nossa gratidão.

FILMAGENS
Brasil / RS, em Osório: no centro, na Praça Nossa Senhora da Conceição, na Casa Ramos, no CTG Estância da Serra (Av. Jorge Dariva), Hotel Bassani; em Porto Alegre, nos estúdios da TV Piratini [atual TVE RS] e da Rádio Farroupilha.

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:44:12 (DVD)
Metragem: 2.882 metros
Número de rolos:
Som:
Imagem: cor
Proporção de tela: 1.33
Formato de captação: 35 mm
Formatos de exibição: 35 mm
Tiragem (DVD): AA001000.

DIVULGAÇÃO
Cartaz: 82,8 x 57 cm. Desenho: Benicio. Exemplar com Edison Acri.
Release: Três laudas com timbre de Teixeirinha Produções, datilografadas com ficha técnica e sinopse (Acervo P. F. Gastal-Biblioteca Central PUCRS).

DISTRIBUIÇÃO
Certificados: CPB n.278 em abr 1979.
Distribuição: Teixeirinha Produções (Porto Alegre). // Guia de filmes indica a seguinte distribuição: Teixeirinha Produções (Porto Alegre); Embrafilme Empresa Brasileira de Filmes S.A. (Rio de Janeiro).
VHS: Distribuição: São Paulo: Reserva Especial, [199?]; capa reproduz desenho do cartaz original.
DVD: Distribuição: Fundação Teixeirinha DRS2690. Autoração: 16 nov 2012. Sem extras nem encarte. Produção: Teixeirinha Produções Artísticas. Recuperação: Fundação Vitor Mateus Teixeira. Patrocínio BR Petrobras. Lei de Incentivo à Cultura / Ministério da Cultura / Governo Federal; Fundação Teixeirinha. Capa: adaptação do cartaz original com desenho de Benicio.
DVD disponível no IECINE.
Contato: Fundação Vitor Mateus Teixeira.

OBSERVAÇÕES
Custo: Cr$ 3.000.000,00 (Folha da Tarde, Porto Alegre, 6 abr 1976).
De maio de 1979 até 18 meses depois com 689.880 espectadores.
As músicas e autores não estão creditados.
Complementação aos créditos do Release, que acrescenta músicas e equipe de base. ROSSINI acrescenta elenco. No release constam duas músicas que não estão na cópia verificada no YouTube: "Sexta-feira 13 de agosto" (música, letra: Teixeirinha; xote) e "Os dois lados da vida" (música, letra: Teixeirinha; toada).
Trechos decupados do roteiro (planos 1 a 29 e 177 a 182) em ROSSINI, p.197-203.
Teixeirinha Produções: "Rua Andrade Neves, 100, conj. 301-302 – Fones 24-72-00 e 21-64-58 – Porto Alegre" [no roda-pé das laudas do release].
CTG Estância da Serra - 23ªRT, fundado em 2 de abril de 1968.
Magnus Wichmann, filho de Líria Teixeira e Luiz Carlos, neto de Teixeirinha.

Grafias alternativas: Julio Cabalar | Avelino Rheinheimer | Victor Teixeira Fº (cf. créditos) | Líria T. Wichmann
Nomes completos: Carlos Roberto Pezzi de Almeida
Grafias alternativas (funções): Maquilador | Música incidental

DISCOGRAFIA
Ver Discografias: Teixeirinha + Mary Terezinha.

BIBLIOGRAFIA
Guia de filmes – Lançados no Rio de Janeiro e em São Paulo entre 1 de janeiro e 31 de dezembro de 1979. Rio de Janeiro, 1981, p.40 e p.75, n.79.
ROSSINI, Miriam de Souza. Teixeirinha e o cinema gaúcho. Porto Alegre: FUMPROARTE-Secretaria Municipal da Cultura-Prefeitura de Porto Alegre, 1996. 238p. il.
LOPES, Israel. Teixeirinha – O gaúcho coração do Rio Grande. Porto Alegre: EST Edições-Fundação Vitor Mateus Teixeira, 2007. 215p. il.
FEIX, Daniel. Teixeirinha – Coração do Brasil. Porto Alegre: Diadorim Editora, 2019. 249p. il.

Noticiário:
Teixeirinha traz o Tropeiro velho para fazer sucesso nas telas. Folha da Tarde, Porto Alegre, 6 abr 1979, p.49.
BECKER, Tuio. Folha da Manhã, Porto Alegre, 19 maio 1979.
FLECK, Roberto Antunes. Correio do Povo, Porto Alegre, 19 maio 1979.
BECKER, Tuio. Teixeirinha e o precário cinema gaúcho. Filme Cultura, Rio de Janeiro, ago-out 1982, p.42-43, n.40.

Exibições


• Porto Alegre (RS),
7 maio 1979, seg (lançamento)
23 maio 1979, qua

• Caxias do Sul (RS), Cine Teatro Real,
11-17 maio 1979, sex, 20h15, sab, dom, 19h30, 21h30, seg-qui, 20h15
18-24 maio 1979, sex, 20h15, sab, dom, 19h30, 21h30, seg-qui, 20h15
25-31 maio 1979, sex, 20h15, sab, dom, 19h30, 21h30, seg-qui, 20h15


• Caxias do Sul (RS), Cine Imperial, 29 fev-6 mar 1980, sex, 20h30, sab, dom, 19h45, 21h45, seg-qui, 20h30

• Porto Alegre (RS), 10 anos sem Teixeirinha [5-10 dez], Cinemateca Paulo Amorim-Sala Eduardo Hirtz, 9 dez 1995, sab, 15h

• Gramado (RS), 26º Festival de Gramado – Cinema Latino e Brasileiro [8-15 ago]-Mostra Paralela,
Distrito Industrial de Várzea Grande, 10 ago 1998, seg, 20h
Centro Municipal de Cultura Prefeito Arno Michaelsen (R. Leopoldo Rosenfeld, 818)-Teatro Elisabeth Rosenfeld, 11 ago 1998, ter, 14h30

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Tropeiro velho. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2024. Disponível em: https://cinematecapauloamorim.com.br//portaldocinemagaucho/193/tropeiro-velho. Acesso em: 14 de abril de 2024.