Coisa na roda (1982)

Brasil (RS)
Longa-metragem | Ficção
Super-8, cor, 108 min / 89 min (DVD)

Direção: Werner Schünemann.
Companhia produtora:

Primeira exibição: Gramado (RS), VI Festival de Filme Super-8 de Gramado [22-26 mar]-Mostra Competitiva, categoria Enredo-ficção, Sala de Convenções do Hotel Serrano, 25 mar 1982, qui, 14h30

 

Graças ao sucesso de Deu pra ti, anos 70 (G. Assis Brasil, N. Nadotti, 1981), o super-8 passou a ser encarado como um caminho efetivo para viabilizar filmes de longa-metragem no Rio Grande do Sul. Após ser considerado o melhor filme dessa modalidade na mostra paralela do Festival de Gramado de 1982, Coisa na roda é lançado simultaneamente com o média A Palavra cão não morde (R. Henkin, S. Amon, 1982) em salas alternativas do Bom Fim, conhecido na época como o bairro boêmio de Porto Alegre. A trama agradou em cheio o público jovem, que se identificou com a história de um grupo de quatro rapazes que dividem um apartamento na capital gaúcha, e compartilham um modo de vida coletivo, no qual tudo é discutido. Porém, a chegada de um novo indivíduo a esse ambiente – mais velho e experiente – testa os limites dessa convivência.

O título tem a ver com uma gíria local que sugeria a qualquer pessoa "botar a coisa na roda", expressar aquilo que estivesse sentindo, compartilhar sua opinião. O termo também é associado ao uso de drogas como a maconha, já que a substância estimulava a desinibição. Diante desse contexto, Coisa na roda é um dos primeiros filmes gaúchos a explorar de modo mais detalhado temas tabus, como o sexo – com direito a cenas de nudez frontal. Há espaço para a homossexualidade, apresentada de uma forma natural, não apelativa. Os quatro rapazes – André, Lico, Guilherme e Ricardo – demonstram uma ótima sintonia entre si, fazendo brincadeiras, jogando, viajando, indo a aulas e participando do movimento estudantil, mas não conseguem se entender plenamente com o novo elemento: Alfredo, um indivíduo desempregado que conhecem no restaurante universitário. Alfredo não tenta se entrosar com os garotos, e apenas está satisfeito em ter uma moradia de baixo custo. Para piorar as coisas, ele gasta mais dinheiro do que eles (comprando itens como discos) e ainda convida Angela, sua irmã vinda do interior, para também se incorporar na mesma dinâmica, ampliando as tensões.

O diretor Werner Schünemann tinha apenas 23 anos. Formado em História pela UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dava aulas, escrevia sobre cinema e fazia muito teatro. A ideia do filme surgiu a partir de suas experiências pessoais, uma vez que ele havia morado em várias casas de estudantes. Em depoimento ao canal da APTC Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos gaúchos, no YouTube, o realizador afirmou que todos os personagens retratados existiram na vida real, assim como são verídicas as situações e diálogos apresentados. Nesse sentido, o próprio Schünemann tem sua trajetória registrada, na figura de Guilherme, interpretado por Rudi Lagemann. Foi um processo colaborativo: se alguém não estava em cena, podia estar segurando um refletor. Não havia som direto, os diálogos foram dublados posteriormente.

As filmagens se estenderam durante quatro meses, precisando ser interrompidas em função de dificuldades como ausência de verbas ou compromissos do grupo com outras atividades – todos trabalhavam ou estudavam. A principal locação foi um imóvel localizado na rua Castro Alves, bairro Rio Branco, que pertencia a Betho Mônaco, um dos atores. Porém, as cenas que acontecem em uma cachoeira foram feitas na reserva ecológica de Picada Verão, no interior de Dois Irmãos. Segundo o montador Giba Assis Brasil, foram adquiridos 124 rolinhos de filme para a produção, cada um com duração de três minutos – totalizando cerca de seis horas de material bruto. Por se tratar de um super-8, não houve possibilidade de exibição em salas convencionais, sendo necessário adaptar a estrutura de um teatro (o Clube de Cultura, na rua Ramiro Barcelos) para as primeiras exibições públicas. Nelas, ocorreu um fato incomum: a partir da reação do público, novos cortes foram feitos, a fim de eliminar as sequências que não funcionavam – estima-se que cerca de 20 minutos tenham sido eliminados, no processo.

De um modo geral, Coisa na roda foi bem recebido pela crítica. À época, o veterano Goida escreveu que o filme emulava "o mágico encanto do cotidiano". Quarenta anos depois, Giordano Gio, em livro da ACIRS Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul resumiu o trabalho como "um tesouro escondido do movimento superoitista, que surpreende pelo frescor e pela naturalidade". Tuio Becker, porém, foi voz discordante, chamando a atenção para problemas técnicos com som, fotografia, iluminação e enquadramentos, enxergando certa indefinição de propósitos. Em 2006, a Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da SMC Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre lançou o filme em DVD, rapidamente esgotando as vendas. Para Schünemann, o principal legado foi eternizar o retrato de uma geração, tal qual ela era.

Sinopse


Quatro estudantes – André, Lico, Guilherme e Ricardo – moram numa comunidade urbana no início dos anos 80, onde, em princípio, tudo pode ser "posto na roda", dividido, compartilhado: a mesada de cada um, os objetos pessoais, os relacionamentos, os compromissos políticos. Mas as coisas começam a mudar com a chegada de um quinto morador, Alfredo, mais velho e desiludido, que coloca em xeque a capacidade de cada um viver de acordo com suas ideias.

Sinopse desenvolvida:
Uma tarde qualquer, em Porto Alegre. Guilherme caminha pela rua, pensativo. André encontra uma moça pela calçada, e começa a conversar com ela. Ricardo faz compras em um supermercado. Lico (apelido de Luiz Carlos) faz um lanche, dentro de um apartamento. Os quatro moram juntos, e se reúnem para conversar, em uma mesa. Reclamam que alguém deixou a manteiga fora da geladeira, causando o seu derretimento. Depois, Ricardo e Lico atrapalham o banho de Guilherme, fazendo-o sair nu pela casa – indo parar diante de uma garota, que recém havia entrado no edifício. Ela não parece surpresa com a visão. A seguir, André tem relações sexuais com a visitante, após ter pedido a cama emprestada para um dos rapazes.

No dia seguinte, estudantes universitários vão até a sala de aula e pedem mobilização contra o corte de verbas estudantis, convocando uma assembleia. Porém, não há consenso sobre a paralisação. Depois disso, é a vez de Ricardo encontrar uma jovem no campus e a convidar para visitar o apartamento. Aproveitando o fato de que não há ninguém no local, à tarde, eles transam. No turno da noite, enquanto jogam cartas, os amigos têm conversas mais profundas sobre o rumo de suas vidas, refletindo sobre escolhas passadas e comentando planos futuros. É sugerida a inclusão de um novo integrante na república: Alfredo, um indivíduo mais velho, desempregado e em busca de moradia. Sua chegada não é uma unanimidade, mas acaba sendo aceita.

Alfredo vai se incorporando à rotina na nova casa, mas é recebido com alguma estranheza por parte dos guris, que não entendem alguns de seus comportamentos – como recusar-se a ir na greve estudantil, alegando já ter dado a sua contribuição, no passado. Posteriormente, com a greve em andamento, os quatro colegas decidem viajar para acampar na floresta, durante um feriadão. Com isso, o novo morador fica sozinho no apartamento, e convida um conhecido para passar algum tempo junto. Questionado sobre a rotina com os garotos, Alfredo diz que gosta do convívio geral, mas menciona certo ruído relacionado com a imaturidade deles. Algum tempo depois, Angela (irmã de Alfredo) também passa a morar com todos. Ela saiu do interior para viver na capital.

Após nova passagem de tempo, os quatro estudantes discutem se o esquema do apartamento compartilhado está dando certo ou não. A maioria parece achar que não, em função de problemas como o fato do banheiro estar sempre ocupado. Há uma certa indignação com a postura de Alfredo, que faria muitas compras desnecessárias (como discos), além de ter pouca integração com os demais. Lico cita que nunca tem sobra de dinheiro, no fim do mês, e que está sustentando pessoas que não conhece. Lico também tenta se aproximar de Angela, mas não é correspondido em suas intenções. Em um momento de tensão, Lico confronta Alfredo, dizendo abertamente que não simpatiza com ele – mas isso não incomoda o novo morador, que diz poder suportar isso.

Durante uma madrugada, Alfredo fica fora de si e urina no chão, bem próximo da própria irmã, deitada em um colchão. Essa é a gota d’água para Lico, Guilherme e Ricardo, que decidem se mudar para outro lugar, alegando que precisam de novos ares. Um deles já tinha abandonado a faculdade, enquanto outro estava muito envolvido com uma namorada em potencial. Ricardo, porém, agradece pela experiência e diz que tudo que foi vivido valeu a pena. Os três desistentes arrumam suas malas, pegam um táxi e vão embora. Ao menos um indivíduo permanece na república (André), morando com Alfredo e sua irmã. Muito satisfeito com os desdobramentos, Alfredo mostra um novo disco (A Sagração da primavera, de Igor Stravinsky), mencionando que agora vai ouvir uma nova gravação, muito superior à versão anterior.

Ficha técnica


ELENCO
Grupo Faltou o João: Nilo Cruz (André), Carlos Grübber (Lico), Rudi Lagemann (Guilherme), Silvana Krampe (Angela), Normelio Krampe (Duarte), Betho Mônaco (Beto), Ivonete Pinto (Márcia), Cleomar Coelho (Convidado na festa 1), Luis Henrique Palese (Aluno 1), Denise Coelho (Convidada na festa 2), Mari Ribeiro (Aluna 2), Monica Schmiedt (Acampante), Everton Wojahn (Acampante).
Grupo Ven de-se Sonhos: Pedro Santos (Ricardo), Marta Biavaschi (Sandra), Marco Sorio (Werner), Angel Palomero (voz de André), Osvaldo Perrenoud (voz de Valter), Wander Wildner (voz de Beto).
Sérgio Horst (Alfredo), Ney Laux (Victor), Beatriz Motta (Marta), Renate Grübber (Carina), Valter Freitas (Valter), Cesar Alvarez (César), Paulo Gans (Ganso), Guilherme Streb (Professor), Martin Wartchow (voz do Professor), Carlos Gerbase, Babi Kruchin (Menina de deus), Binha Rachewski, Miguel Ninov, Darci Cardoso, Geneci Duarte, Rô Santos, Zeca Gerbase, Ana Kaplan, Alexandre Kern, Carolina Gleich, Roswitha Grübber, Marlise Storchi.
Não creditados: Antonio Castro, Caco Silveira, Denise Dora, Jussa Lerrer, Katano Lacerda, Lourdes Hirata, Luciano Brunet, Ralf Schinke, Sônia Coutinho, Sônia Maluf.

DIREÇÃO
Direção: Werner Schünemann.
Assistência de direção: Giba Assis Brasil.

ROTEIRO
Roteiro: Werner Schünemann.

PRODUÇÃO
Coprodução: Carolina Gleich, Monica Schmiedt, Roswitha Grübber, Carlos Grübber, Betho Mônaco, Giba Assis Brasil, Normelio Krampe, Werner Schünemann, Rudi Lagemann, Marlise Storchi, Everton Wojahn, Pedro Santos, Cesar Alvarez, Paulo Gans.
Produção executiva: Rudi Lagemann.

FOTOGRAFIA
Fotografia: Giba Assis Brasil.
Fotografia adicional: Nelson Nadotti, Werner Schünemann, Roberto Henkin.
Iluminação: Everton Wojahn.

Fotografia de cena: Marta Gleich.

SOM
Sonoplastia: Everton Wojahn.
Engenheiro de som: Eduardo Moreira Alves.

MÚSICAS
Músicas (ordem de inserção, não creditadas):
• "Daybreak" (música: Pat Metheny) instrumental por Pat Metheny
• "Country poem" (música: Pat Metheny) instrumental por Pat Metheny
• "Abbadon's bolero" (Keith Emerson, Greg Lake, Carl Palmer) por Emerson, Lake & Palmer
• "A Sagração da primavera" (música: Igor Stravinsky) instrumental por The Philadelphia Orchestra, conductor: Riccardo Muti
• "Toshiro" (Novelli) por Milton Nascimento
• "Besta é tu" (Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Luiz Galvão) por Novos Baianos, canta Moraes Moreira
• "Dança das cabeças" (música: Egberto Gismonti) instrumental por Egberto Gismonti
• "Tristesse" (música: Frédéric Chopin) instrumental
• "Idolatrada" (Milton Nascimento, Fernando Brant) por Milton Nascimento
• "Waltz for A" (Jan Garbarek, Art Lande) por Jan Garbarek
• "Highway star" (Ritchie Blackmore, Ian Gillan, Roger Glover, Jon Lord, Ian Paice) por Deep Purple
• "Dogs" (Roger Waters, David Gilmour) por Pink Floyd
• "Luz do tango" (Astor Piazzolla, Geraldo Carneiro) por Olivia Byington
• "Qualquer coisa" (música, letra: Caetano Veloso) por Caetano Veloso
• "Espelho cristalino" (refrão do folclore alagoano, Alceu Valença) por Alceu Valença
• "Espelho cristalino" [reprise] por elenco
• "London London" (música, letra: Caetano Veloso) por Caetano Veloso
• "Lamento sertanejo" (Gilberto Gil, Dominguinhos) por Gilberto Gil
• "The Picture" (Jan Garbarek) por Jan Garbarek
• "Outside the wall" (música, letra: Roger Waters) por Pink Floyd
• "Hermitage" (música: Pat Metheny) instrumental por Pat Metheny
• "A Sagração da primavera" (música: Igor Stravinsky) instrumental [provavelmente por London Symphony Orchestra, conduzida por Claudio Abbado] [créditos finais]

FINALIZAÇÃO
Montagem: Giba Assis Brasil, Werner Schünemann.
Arte dos créditos: Luis Henrique Palese, Monica Schmiedt.
Assistência técnica: Leo Sganderla / Otofenic.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Montado na casa de Carlos Gerbase, em dezembro 1981-janeiro 1982.
Sonorizado na casa de Giba Assis Brasil em fevereiro-março 1982.

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos: Moradores da Rua Casemiro de Abreu, 163, pacientes.

FILMAGENS
Brasil / RS, na casa do Betho-Iria-Sérgio-Sossego-Denise-Cleomar-Tirzah e cidade de Porto Alegre; em Dois Irmãos.
Período: julho a novembro de 1981.

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 108 min | 1:28:50 (DVD)
Metragem:
Número de rolos:
Som: Som magnético mono
Imagem: cor
Proporção de tela: 1.33
Formato de captação: Super-8
Formatos de exibição: Super-8

DIVULGAÇÃO
Cartaz: 43 x 65 cm. Foto: Giba Assis Brasil. Atores: Rudi Lagemann, Pedro Santos, Nilo Cruz e Carlos Grübber. Exemplar na Cinemateca Brasileira.

PREMIAÇÃO
• VI Festival de Filme Super-8 de Gramado 1982: melhor filme.

DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa:
DVD: Distribuição: Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia-Secretaria Municipal da Cultura-Prefeitura de Porto Alegre, 2006. Autoração: 10 fev 2006. Coleção Cinemateca RS, [v.5]. Arte capa: Flávio Wild / Wildstudio, a partir do cartaz original.
Contato: Casa de Cinema de Porto Alegre.

EQUIPE versão DVD (2006)
Som remasterizado, a partir das dublagens originais, em junho-julho de 2005. Montagem: Giba Assis Brasil. Assistência de montagem: Alfredo Barros. Sincronização de diálogos: Lúcio Born. Arquivo musical: Jailton Moreira. Edição de som: Cristiano Scherer. Ruídos adicionais de sala: Celso Coelho. Telecinagem: Estúdios Mega (São Paulo). Finalizado em: Final Cut Pro. Produção: Casa de Cinema de Porto Alegre. Produção executiva: Luciana Tomasi, Nora Goulart. Assistência: Flávia Matzenbacher, Renata Ferraz.

OBSERVAÇÕES
Na versão DVD, os créditos originais foram substituídos por créditos eletrônicos. Foram usados para o fichamento o Programa da estreia em Gramado (4p.) e o Programa distribuído nas sessões em Porto Alegre (4p.), assim como as informações atualizadas por Giba Assis Brasil.
O processo de recuperação – Como foi rodado em super-8, o filme não possui negativo. A matriz é a própria "cópia", que foi exibida mais de 200 vezes. Isso provocou um grande desgaste na imagem e uma degradação maior ainda no som, que no super-8 é gravado numa fita magnética de 0,79 mm (menos de 8 décimos de milímetro) de largura, frágil demais para suportar uma grande quantidade de sessões.
A imagem do filme teve de ser telecinada nos Estúdios Mega, em São Paulo, passando para meio digital. Depois, no Final Cut, foi feito um trabalho de "limpeza", eliminando trechos muito degradados e substituindo fotogramas.
O som mixado original do filme também foi digitalizado, mas apenas para servir de base para o processo de remasterização. Os diálogos foram reeditados, a partir das dublagens originais, que estavam gravadas em fita cassete e foram ressincronizadas, frase por frase, às vezes até palavra por palavra. As músicas foram recolocadas a partir de CDs ou vinis. Foi feita uma longa pesquisa no arquivo de Jailton Moreira, pois não havia nenhum registro de quais tinham sido as músicas orginalmente utilizadas.

APTC ao vivo #03: Coisa na roda, com Werner Schünemann, Rudi Lagemann, Eleonora Loner e Marcio Reolon; mediação: Giordano Gio, em 29 maio 2020, sex, 19h-21h

Grafias alternativas: Vana Bergamo aka Silvana Krampe | Rosvita Grübber | Nei Laux | Roberto Monaco | Luis Palese | Werner E. Schünemann | Wanderley Wildner (cf. Programas) | Lise Storchi

BIBLIOGRAFIA
Cinema gaúcho – Anos 80. Porto Alegre: Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do Estado do Rio Grande do Sul-APTC-RS, 1985. 34p. il. (p.9-10)
Cinema gaúcho – Anos 80: um olhar sobre a década. Porto Alegre: Secretaria Municipal da Cultura, Associação Profissional dos Técnicos Cinematográficos do Estado do Rio Grande do Sul-APTC-ABD-RS, 1991. 28p. il.

GOIDA. Coisa na roda: mágico encanto do cotidiano. Zero Hora, Porto Alegre, 7 abr 1982; reproduzida em Nas primeiras fileiras, 1998, p.107-108.
GIO, Giordano. Coisa na roda (1982) – A sagração da juventude. In: FEIX, Daniel; LUNARDELLI, Fatimarlei; PINTO, Ivonete; KANITZ, Mônica; VALLES, Rafael (org). 50 olhares da crítica sobre o cinema gaúcho. Porto Alegre: ACCIRS Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul, Opinião Produtora, Diadorim Editora, JBL Harman, Pró-cultura / Secretaria de Estado da Cultura / Governo do Rio Grande do Sul, 2022. 226p. il., p.37-40.

Exibições


• Gramado (RS), VI Festival de Filme Super-8 de Gramado [22-26 mar]-Mostra Competitiva, categoria Enredo-ficção, Sala de Convenções do Hotel Serrano, 25 mar 1982, qui, 14h30

• Porto Alegre (RS), 1982

• Caxias do Sul (RS), Cineclube do Recreio da Juventude, 16 maio 1982, dom, 20h30

• Rio de Janeiro (RJ), Auditório 111 do Pavilhão João Lyra Filho, da UERJ (R. São Francisco Xavier, 524, Maracanã), 28 jul 1982, qua, 19h30

• Porto Alegre (RS), Retrospectiva cinema gaúcho [16 set-6 out], Cinemateca Paulo Amorim-[Sala Paulo Amorim], 27 set 1985, sex, 19h, 21h (+ Madame Cartô)

• Porto Alegre (RS), Sala P. F. Gastal,
21 mar 2006, ter, 19h (lançamento do DVD com presença do diretor e equipe)
22-26 mar 2006, qua-dom, 18h30

• Porto Alegre (RS), Mostra Especial Pedro Santos [27-30 abr], Cine Santander Cultural, 27, 29 abr 2006, qui, 19h, sab, 15h

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Coisa na roda. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2024. Disponível em: https://cinematecapauloamorim.com.br//portaldocinemagaucho/210/coisa-na-roda. Acesso em: 22 de fevereiro de 2024.