Die sieben Sakramente von Canudos / Os Sete sacramentos de Canudos (1996)

Deutschland [Alemanha] – Brasil (RS-BA-RJ-SP)
Longa-metragem | 7 episódios | Ficção | Não ficção | Animação | Telefilme
16 mm, cor-pb, 87 min

Direção: Otto Guerra, Adalgisa Luz, Pola Ribeiro, Ralf Tambke, Sandra Werneck, Luis Alberto Pereira, Joel de Almeida, Jorge Furtado.
Companhia produtora: UMF Uli Möller Filmproduktion GmbH; ZDF Zweites Deutsches Fernsehen; Otto Desenhos Animados; Truq Cine TV Video; Plural Filmes; Cineluz Produções Cinematográficas; Lapfilme; Casa de Cinema de Porto Alegre

Primeira exibição: (DE), TV, 9 dez 1996
Primeira exibição RS: Porto Alegre (RS), Auditório do Goethe-Institut, 9 dez 1997, ter

 

Este projeto é uma iniciativa do produtor alemão Uli Möller em parceria com o canal de TV ZDF de produzir um telefilme no Brasil composto de sete episódios sobre Canudos, ocorrido na Bahia. Através do Goethe-Institut São Paulo, em novembro de 1991, cerca de 20 projetos foram inscritos. Sete foram selecionados e os diretores participaram de um workshop de discussão dos roteiros com Peter Przygodda (1941-2011) em São Paulo, em março de 1992. Dois projetos do RS foram selecionados.

Os episódios tiveram trajetórias autônomas como curtas, participando de festivais e mostras e com outros títulos. Dois ficaram prontos em 1994: o gaúcho A Matadeira e o carioca Canudos – As duas faces da montanha. Em 1995 ficou pronto o baiano Canudos não morreu – A Confirmação e em 1996 o paulista A Ordem. A animação gaúcha O Arraial e o documentário baiano A Penitência só foram finalizados como curtas autônomos em 1997, ano seguinte ao lançamento na TV alemã.

Letreiros iniciais [em roll]:

// O Brasil no final do último século. A seca invade o sertão nordestino. Em todo estado da Bahia encontram-se famílias sem teto. Forma-se bandos dos conhecidos "jagunços" e novas comunidades religiosas.

Entre 1893 e 1897 juntam-se ao líder carismático Antonio Conselheiro cerca de 30.000 habitantes da região. Eles fundam um arraial nas redondezas de Canudos, onde vivem numa comunidade cristã, na qual todos têm os mesmos direitos e não têm propriedade própria.

A igreja oficial vê o movimento com desconfiança. O exército da Nova República que há pouco fora proclamada no Rio de Janeiro, envia soldados armados ao sertão para exterminar os "fanáticos".

A luta dura quatro anos. Como único exemplo em toda história brasileira, os habitantes da Canudos resistem até a extinção quase que total de seus moradores.

O Brasil hoje: No nordeste, as condições de vida pouco mudaram. Sete diretores de diferentes partes do país, encenam as visões próprias: Canudos ontem e hoje.

Os sete sacramentos traduzem o ciclo de vida dos habitantes e os sete diretores fazem uma nova interpretação dos "sete sacramentos". //

Episódios


[01/07] Batismo [O Arraial] | Direção: Otto Guerra, Adalgisa Luz. Companhia produtora: Otto Desenhos Animados (Porto Alegre, RS).
[02/07] Crisma [Canudos não morreu – A Confirmação] | Direção: Pola Ribeiro. Companhia produtora: Truq Cine TV Video (Salvador, BA).
[03/07] Casamento | Direção: Ralf Tambke. Companhia produtora: Plural Filmes (Rio de Janeiro, RJ).
[04/07] Ordenação [A Ordem] | Direção: Luis Alberto Pereira. Companhia produtora: Lapfilme (São Paulo, SP).
[05/07] Comunhão [Canudos – As duas faces da montanha] | Direção: Sandra Werneck. Companhia produtora: Cineluz Produções Cinematográficas (Rio de Janeiro, RJ).
[06/07] Penitência | Direção: Joel de Almeida. Companhia produtora: ?? (Salvador, BA).
[07/07] Extrema-unção [A Matadeira] | Direção: Jorge Furtado. Companhia produtora: Casa de Cinema de Porto Alegre (Porto Alegre, RS).


[01/07] Batismo [O Arraial] (1997)

Deutschland [Alemanha] – Brasil (RS)
Episódio 01/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Ficção | Animação
16 mm, cor, 14 min

SINOPSE
No sertão da Bahia, no final do século XIX, centenas de famílias foram para o Arraial Santo de Belo Monte de Canudos, atraídos pelas promessas de Antonio Conselheiro. Animação próxima às imagens da literatura de cordel.

ELENCO
Locução: Maria Menezes (Menina), Jackson Costa (Conselheiro).

DIREÇÃO
Direção: Otto Guerra, Adalgisa Luz.

ROTEIRO
Roteiro: Adalgisa Luz.
Profecias: Os Sertões, de Euclides da Cunha, Cavaleiro do diabo, e A Pedra do reino, de Ariano Suassuna.

ARTE
Direção de arte: Eloar Guazzelli, Paula Mastroberti.
Consulta de figurino: Rosângela Cortinhas, Flávia Aguiar.

ANIMAÇÃO
Animação: Lisandro Santos, Tadao Miaqui, Andrés Lieban, Kyoko Yamashita.
Intervalação: Carlos Schneider, Tiago Pastorello.
Calque: Allan Sieber, Carla Schneider, Daniel Toffoli.
Coordenação arte final: Claudia Barbisan, Alexandre Kickhoefel. Arte final: Afonso Sossa, Robinson Sawitzki, Betina Rupp, Carla Magalhães, Janice Calvete, Saionara Sossa, Loraine de Fátima, Marcelo, Glaucis de Moraes.
Revisão de acetatos: Gelson Oliveira, Irajara.
Filmagem: Otto Guerra, Rodrigo John, Tadao Miaqui, José Maia, Adalgisa Luz.

MÚSICA
Música – composição: Elomar Mello. Adaptação: João Omar.
Expressões acordeônicas: Nico Nicolaiewsky.

FINALIZAÇÃO
Montagem digital: Beto Nickhorn. Montagem: Pedro de Oliveira.
Operação de som (locução): José Antônio.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Laboratórios de imagem: Líder Cine; Curt-Alex (São Paulo); Bavaria Kopierwerk.
Estúdio de som (locução): Tecla Studio e Produção de Áudio (Salvador, BA).
Mixagem e som ótico: Álamo  (São Paulo).

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Otto Desenhos Animados (Porto Alegre).
Financiamento (BR/RS): 4º Prêmio IECINE de Curta-metragem, 1995 / Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos: David Boianovsky, Rita Przygodda, Claudia Tronnier, Diego de Godoy, Rene, Jorge e Alba Berutti, Hebe Alves, Adão Iturrusgarai, Marta Machado, Marcos Meneghetti, TVE RS-Programa Radar, Tiago Guerra, Joice Giacomoni, Estevan Santos, Aldamaria e Rosa Mello, Ulla Moeller, Goethe-Institut São Paulo, Goethe-Institut Porto Alegre, Vado da Sanfona, Imago Studio (Salvador, BA), Bar Garagem Hermética... e a todos que de alguma forma ajudaram a produzir este filme.
Caipirinha: Peter Przygodda.

Dedicatória: Dedicado ao meu tio.

DISTRIBUIÇÃO
VHS: Distribuição: Os filmes da Otto Desenhos Animados. Rio de Janeiro: Funarte, [1999].
Contato: Otto Desenhos Animados.

OBSERVAÇÕES
Com o título de O Arraial é selecionado para a Mostra Competitiva 35 mm do 25º Festival de Gramado – Cinema Latino e Brasileiro [8-16 ago 1997].

Títulos alternativos: O Anjo da morte | O Arraial santo de Belo Monte
Grafias alternativas: Joice Giacomonni | Nico Nicolaievsky (cf. créditos) | Adal Gisa Luz | Figuera de Melo (créditos do longa)

BIBLIOGRAFIA
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 27.ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1968. 471p. A primeira edição data de 1902.
SUASSUNA, Ariano. A Pedra do reino.
O Arraial. Porto Alegre: Cartoon Postal e Otto Desenhos Animados, [1998]. (Série Cinema) [flip book]
?? ROSA, Guimarães. Grande sertão – Veredas. ??
SÁ, Antônio Fernando de Araújo. Canudos plural: imagens em movimento do sertão em guerra. ArtCultura, Uberlândia, jul-dez 2008, p.205-219, v.10, n.17.

[02/07] Crisma [Canudos não morreu – A Confirmação] (1996)
Deutschland [Alemanha] – Brasil (BA)
Episódio 02/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Não ficção
16 mm, cor, c.19 min
Sinopse: A busca da redenção, da utopia de Canudos. A luta e a caminhada na construção do próprio destino. Trabalho realizado com as pessoas da região de Uauá e Monte Santo que já tinham tido experiência com a câmera em documentários em vídeo, desta vez encenando parte de suas histórias para o cinema e com depoimentos no ambiente interno das residências.
Identidades: Basílio da Mata Virgem, Manuko Almeida, Josa do Feliciano, Maximo, Zé do Jardim.
Roteiro e direção: Pola Ribeiro.
Companhia produtora: Truq Cine TV Video (Salvador).
Direção de produção: Moisés Augusto.
Direção de fotografia: Vito Diniz.
Música: Jorge Alfredo, Luciano Chaves, Luizinho Assis.
Montagem: Cristiana Cocco, Peter Przygodda.
Filmagens: Brasil / BA, em Uauá, Monte Santo, Parque Estadual de Canudos.

[03/07] Casamento (1996)
Deutschland [Alemanha] – Brasil (RJ)
Episódio 03/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Não ficção
16 mm, pb-cor, 15 min
Sinopse: // Interior da Bahia, 1897. Após a morte de mais de 5.000 revoltosos, termina a Guerra de Canudos. Os sobreviventes do massacre, principalmente soldados negros, ex-escravos trazidos para a capital da República, esperavam ser cumpridas as promessas da vitória. Esperaram, esperaram e esperaram... e foi no Morro da Providência, próximo ao cais do porto, que construíram a primeira favela do Rio de Janeiro. // As favelas se multiplicaram. E para alguns, a guerra não acabou. Por toda a parte, pessoas continuam a sonhar com a liberdade que se traduz na vida de um homem e uma mulher... // Este filme foi inspirado no dia-a-dia de Beth, Daivisson e Seu Daniel.
Identidades: sr. Neri (voz), Beth, Daivisson, Seu Daniel.
Roteiro e direção: Ralf Tambke.
Assistência de direção: Marcia Paraiso.
Companhia produtora: Plural Filmes (Rio de Janeiro); CTAv Centro Técnico Audiovisual / Funarte (Rio de Janeiro).
Produção executiva: Marcia Paraiso.
Direção de produção: Affonso Nunes, Marcia Paraiso.
Direção de fotografia e câmera: Estevão Ciavatta, Ralf Tambke.
Direção musical: Jayme Vignoli.
Técnico de som: Leonardo Gueyroi.
Montagem: Cristiana Cocco, Peter Przygodda.
Coordenação geral de montagem: Peter Przygodda.
Edição de som: Edwaldo Mayrink.
Filmagens: Brasil / RJ, no Rio de Janeiro, em lugares como a Central do Brasil, trens, ruas; no campo, em lugar não identificado.
Observações: Depoimento sr. Neri, morador do Morro da Providência, gravado em 1992 e cedido por Estevão Ciavatta. / Nos créditos finais da cópia analisada consta a data 2005.

[04/07] Ordenação [A Ordem] (1996)
Deutschland [Alemanha] – Brasil (SP)
Episódio 04/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Ficção
16 mm, cor, 18 min
Sinopse: Após sua fuga em 1969 levando armas para a guerrilha rural o Capitão Carlos Lamarca é cercado no sertão da Bahia. Antes de morrer encontra Antonio Conselheiro.
Elenco: Francisco Bretas, Jacqueline Cordeiro, Luis Serra.
Roteiro e direção: Luis Alberto Pereira.
Companhia produtora: Lapfilme (São Paulo).
Produção: João de Bartolo.
Direção de fotografia: Claudio Portioli.
Direção de arte: Cristiano Amaral.
Som: Márcio Oliveira.
Música: Roberto Barros.
Montagem: Ana Cabeças, Peter Przygodda.
Observações: Com o título de A Ordem, participa do 7º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo [22-31 ago 1996] e da Mostra Competitiva 16 mm do 29º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro [28 out-4 nov 1996].

[05/07] Comunhão [Canudos – As duas faces da montanha] (1994)
Deutschland [Alemanha] – Brasil (RJ)
Episódio 05/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Ficção
16 mm, cor, 15 min
Sinopse: O que há de comum entre Canudos e uma favela carioca?
Elenco: Castro Gonzaga, Guilherme Karam, Marcelo Escorel, Anna Aguiar, José Luiz, Vera de Almeida, habitantes da favela.
Direção: Sandra Werneck.
Roteiro: Paulo Halm, Sandra Werneck.
Companhia produtora: Cineluz Produções Cinematográficas (Rio de Janeiro); Uli Moller/ iDE TV.
Produção: Alvarina Souza Silva.
Trilha original: De Paula, Lenine
Direção de fotografia: Walter Carvalho.
Direção de arte: Kika Lopes.
Som: Silvio Da-Rin.
Edição: Virgínia Flores.
Filmagens: Brasil / RJ, no Rio de Janeiro.
Observações: Com o título de Canudos – As duas faces da montanha é selecionado para a Mostra Competitiva 16 mm do 27º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro [29 nov-6 dez 1994], e é premiado com melhor som para Silvio Da-Rin. Também participa da Mostra Competitiva em 16 mm do 23º Festival de Gramado – Cinema Latino [12-20 ago 1995]. E do 6º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo [24 ago-3 set 1995].

[06/07] Penitência (1997)
Deutschland [Alemanha] – Brasil (BA)
Episódio 06/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Não ficção
16 mm, cor, 11 min
Sinopse: Cotidiano de comunidades de pequenos agricultores do sertão da Bahia, sobretudo na região de Canudos e sua prática religiosa durante o período da semana santa católica. Os rituais do sacramento da penitência, em suas manifestações exacerbadas e de pagamento de promessas ("Procissão do Senhor Morto" de Monte Santo), do culto aos mortos ("Cordões de alimentadeiras das almas" em Juazeiro), e da autoflagelação na remissão dos pecados ("Ritual da disciplina", em Rodeadouro). O camponês, a dona de casa, os beatos e as beatas do sertão, purgando os seus pecados simples de uma maneira trágica, como é a trágica realidade do povo sertanejo.
Identidades: Cezar Lisboa, Moacyr Alexandrino, José Borges, Jorge de Almeida, Edivaldo dos Santos, Frederico Figueiredo.
Roteiro e direção: Joel de Almeida.
Produção: Chico Drummond.
Direção de produção: Rita Przygodda.
Direção de fotografia: Vito Diniz.
Montagem: Cristiana Cocco.
Filmagens: Brasil / BA, em Monte Santo, Juazeiro, Rodeadouro.
Premiação: 3º Vídeo Terra-Brasilia 1998: melhor direção. 8º Cine Ceará, Fortaleza, 1998: melhor vídeo + direção. 25ª Jornada Internacional de Cinema da Bahia 1998: melhor produção baiana.

[07/07] Extrema-unção [A Matadeira] (1994)

Deutschland [Alemanha] – Brasil (RS)
Episódio 07/07 do longa-metragem Os Sete sacramentos de Canudos | Ficção
16 mm, cor-pb, 16 min

SINOPSE
// "Quem ouvir e não aprender quem souber e não ensinar até o dia do juízo sua alma penará". //
Canudos foi uma pequena aldeia no nordeste do Brasil, fundada pelo líder messiânico Antonio Conselheiro e massacrada por um poderoso exército até a morte do último de seus 30 mil habitantes, em 5 de outubro de 1897. O filme conta o massacre de Canudos a partir de um canhão inglês, apelidado pelos sertanejos de "A Matadeira", que foi transportado por vinte juntas de boi através do sertão para disparar um único tiro.

ELENCO
Pedro Cardoso (Professor / Prudente de Morais / Sertanejo / Antonio Conselheiro / Pastor),
Antonio Carlos Falcão (Maria Xana), Carlos Palombini (Oficial inglês), Dejayr Figueira (Soldado 1), Roberto Birindelli (Oficial tradutor), Ben Berardi (Soldado 3), David Camargo (Resistente 1), Irani Zucato, Regius Brandão (Resistente 2), Zé da Terreira (Resistente 3), Deborah Finocchiaro (Sertaneja / Brasilina).
Locuções: Lisa Becker, Carlos Cunha Filho, Antonio Carlos Falcão (narração do casamento).

DIREÇÃO
Direção: Jorge Furtado.
Assistência de direção: Dainara Toffoli.
Segunda assistência de direção: Rodrigo Pesavento.

ROTEIRO
Roteiro: Jorge Furtado.
Todos os episódios deste filme estão descritos em Os Sertões, de Euclides da Cunha.
O poema "A Grande máquina" é de Kurt Vonnegut Jr..

PRODUÇÃO
Produção executiva: Nora Goulart.
Assistência de produção executiva: Bibi Iankilevich.
Direção de produção: Sandro Dreyer.
Assistência de produção: Tito Mateo, Gerson Machado, Breno Rizzon, Marcelo Brum.
Estagiário: Pedro Bittencourt.
Produção de elenco: Cynthia Caprara.
Assistência de produção de elenco: Jaqueline Concer.

Alimentação: Eloá Bittencourt.
Motoristas: Nelson Silva, Marcos Bittencourt, Seu Nelson, Reginaldo André.

FOTOGRAFIA
Direção de fotografia: Alex Sernambi.
Assistência de câmera: Francisco Ribeiro.
Segunda assistência de câmera: Juliano Lopes.
Terceira assistência de câmera: Rafael Mendy.

Eletricista chefe: Amaral Júnior.
Maquinista: José Enio Chaves.
Eletricistas: Deloir Rodrigues, Zoreia, Melissandro Bittencourt.

Fotografia de cena: Carlos Gerbase, Fábio Rebelo.
Making of: Realização: Fabio Lobanowsky. Identidades: Jorge Furtado, Fiapo Barth, Rosângela Cortinhas, Nora Goulart (depoimentos). Duração: 9 min. Exibições: Porto Alegre: Sala II do Salão de Atos da UFRGS, 20 jun 1997 // TVCOM, Curta na TV.

ARTE
Direção de arte: Fiapo Barth, Gaspar Martins.
Produção de arte: Denise Zelmanovitz, Moa Batsow.
Cenotécnica: Cláudio Costa.
Cenotécnicos assistentes: Airton Bolner, Selmar Pereira, André da Rosa, Valdir da Silva Santos.
Maquetistas: Enio Ortiz, Cleber Dallavechia.
Maquetistas assistentes: Nana Lorscheider, Cristiano Costa.
Assistente de estúdio: Seu Marquinhos.

Figurino: Rosângela Cortinhas, Flávia Aguiar.
Assistência de figurino (não creditada): Elene Abrahão.

Maquiagem: Ceres Rudolfo.
Caracterização: Luis Cabrera.

SOM
Som direto: Cid Costa, Antônio Moreira.

MÚSICA
Música: Leo Henkin.

FINALIZAÇÃO
Montagem: Giba Assis Brasil.
Assistência de montagem: Gustavo Fernández.

EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS
Película: Eastmancolor Kodak 7248, 7293.
Laboratório de imagem: Curt-Alex (São Paulo).
Estúdio de som (música e locução): Versus Comunicações (Porto Alegre).
Transcrições magnéticas: CTAv Centro Técnico Audiovisual (Rio de Janeiro) / IBAC.

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Casa de Cinema de Porto Alegre (Porto Alegre).
Apoio cultural: Riocell; Quanta; Zeppelin Cinema e Televisão; DEPREC; SMOV-Prefeitura de Porto Alegre.

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos especiais: Tintas Kresil, Rudder Segurança, Madef, engenheiro Colombo, secretário Estilac Xavier, Milton Lino Bittencourt e aos 73 figurantes, Polícia Civil-DAME-DIMP, delegado Aristóteles Jorge Bridi, Jacques Camargo (preparação das armas), Brigada Militar coronel Vanderlã Rodrigues, CSMI, tenente coronel Prola, CSMMB, tenente coronel Palma, Academia de Polícia Militar, Museu Júlio de Castilhos, Armador Moreira, Belle Maison, Sr. Luis Felippe de Alencastro, A. Gesso, Família Dreher, CTG Roda de Chimarrão, Loja Escoteira, COTEMAC-Assist. Téc. Singer, FABICO Núcleo de Fotografia, Irmandade do Divino Espírito Santo, Sr. Ernani Machado, CERSA Esmaltados Rio-grandenses, Joãozinho Martins da Silva, Vissoni Decorações, Galeão Espanhol, Geraldo Leonetti, Família Gerbase, Bandeiras Picoral, Hélvia Miotto, Cervejaria Brahma, Musison, Livraria Aurora, Andaime, Novo Tempo, Chuva de Prata, Bettanin, Igor Bazar, Monteloja, Corpo de Bombeiros, Cais do Porto de Porto Alegre, UFRGS Departamento Geodésia, Hotel Umbu, Formilâminas, SMA-CCMF, Espaço Vídeo, Ricardo Baptista da Silva, Rita Przygodda, EPATUR, Agroloja, Igreja N. S. das Dores, Malvásio, Solaine Picoli, Invideo, Paulo Ricardo Tadine, Helena Zelmanovitz, Paulo Leônidas, Vídeo Produções.

FILMAGENS
Brasil / RS, em Porto Alegre, no estúdio da Zeppelin em 20 de janeiro de 1994 e no Armazém C4 do Cais do Porto de 7 a 10 de abril de 1994. [no site diz que é de 4 a 9 de abril].

DISTRIBUIÇÃO
Distribuição: Casa de Cinema de Porto Alegre (Porto Alegre).
VHS: Distribuição: Histórias do país. São Paulo: Cult Filmes; Porto Alegre: Casa de Cinema de Porto Alegre, FUMPROARTE; Rio de Janeiro: Funarte, 1999.
Contato: Casa de Cinema de Porto Alegre.

OBSERVAÇÕES
Com o título de A Matadeira é selecionado para a Mostra Competitiva 16 mm do 22º Festival de Gramado – Cinema Latino [7-14 ago 1994] e do 27º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro [29 nov-6 dez 1994]. Em Gramado ganha prêmio especial para Fiapo Barth pela direção de arte.

Grafias alternativas: Alemão Gerson | Moaci Batsow | Antônio C. Falcão | Juliano Fortes [Juliano Lopes Fortes] | Zé da Grua [José Enio Chaves] | Rô Cortinhas | Lino Bittencourt | Valdir Santos | Luis Zoreia (cf. créditos do curta) | Débora Finochiaro (créditos do longa) | Ricardo Baptista
Grafias alternativas (funções): Still

BIBLIOGRAFIA
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 27.ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1968. 471p. A primeira edição data de 1902.
VONNEGUT JR, Kurt. "A Grande máquina".
Roteiro. In: FURTADO, Jorge. Um Astronauta no Chipre. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1992, p.83-95.

Ficha técnica


PRODUÇÃO
Konzept & Gesamtschnitt [Conceito e montagem geral]: Peter Przygodda.
Schnitt [Montagem]: André Bendocchi-Alves, João R. da Costa Pinto.
Produktionsbetreuung [Apoio de produção]: Rita Przygodda.
Produzenten [Produção]: Ulla und Uli Möller.
Redaktion [Equipe editorial]: Claudia Tronnier, Das kleine Fernsehspiel.

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: UMF Uli Möller Filmproduktion GmbH (München, DE).
Coprodução: ZDF Zweites Deutsches Fernsehen-Das Kleine Fernsehspiel (Mainz, DE)
Cooperação: Goethe-Institut São Paulo (BR) / Dr. Klaus Better; ARTE (Strasbourg, FR).
Patrocínio: Filmbüro Nordrhein-Westfalen (Köln, DE); Hamburger Filmbüro (Hamburg, DE).

Companhias produtoras (BR): Otto Desenhos Animados (Porto Alegre, RS); Truq Cine TV Video (Salvador, BA); Plural Filmes (Rio de Janeiro, RJ); Lapfilme (São Paulo, SP); Cineluz Produções Cinematográficas (Rio de Janeiro, RJ); ?? (Salvador, BA); Casa de Cinema de Porto Alegre (Porto Alegre, RS).

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:26:44
Metragem:
Número de rolos:
Som:
Imagem: cor
Proporção de tela:
Formato de captação: 16 mm
Formato de exibição: 16 mm

DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa:

OBSERVAÇÕES
Cópia analisada: fita VHS, onde consta em créditos finais: // © 1996 – ZDF //

BIBLIOGRAFIA
CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 27.ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1968. 471p. A primeira edição data de 1902.

Noticiário:
ALMEIDA, Eros Ramos de. Os sete sacramentos de Canudos: europeus produzem filme alegórico de brasileiros sobre a saga de Conselheiro. O Globo, Rio de Janeiro, 23 jan 1994, p.10.
BECKER, Tuio. O dia em que o cais virou sertão: o diretor Jorge Furtado conclui as filmagens do curta A matadeira em um armazém do porto. Zero Hora, Porto Alegre, 11 abr 1994, Segundo Caderno, p.1.
COUTO, José Geraldo. MIS exibe filme coletivo sobre Canudos. Folha de S. Paulo, São Paulo, 27 abr 1994, Ilustrada.
LABAKI, Amir. MIS exibe hoje A Matadeira do diretor gaúcho Jorge Furtado. Folha de S. Paulo, São Paulo, 19 ago 1994, Ilustrada, p.3.

Exibições


• (DE), TV, 9 dez 1996

• Rio de Janeiro (RJ), Cinemateca do MAM, 5 set 1997, sex, 18h30 (debate com Sandra Werneck e Marcia Paraiso)

• Salvador (BA), 24ª Jornada de Cinema da Bahia, 16 set 1997, ter

• Porto Alegre (RS), Auditório do Goethe-Institut, 9 dez 1997, ter

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Die sieben Sakramente von Canudos / Os Sete sacramentos de Canudos. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2024. Disponível em: https://cinematecapauloamorim.com.br//portaldocinemagaucho/325/die-sieben-sakramente-von-canudos-os-sete-sacramentos-de-canudos. Acesso em: 24 de abril de 2024.