Mokoĩ tekoá peteĩ jeguatá / Duas aldeias, uma caminhada (2008)

Brasil (PE-RS)
Longa-metragem | Não ficção
digital, cor, 63 min

Direção: Ariel Ortega, Jorge Morinico, Germano Beñites.
Companhia produtora: Vídeo nas Aldeias

Primeira exibição: Belo Horizonte (MG), forumdoc.bh.2008 12º Festival do Filme Documentário e Etnográfico – Forum de Antropologia, Cinema e Vídeo [27 nov-7 dez]-Mostra Competitiva Nacional, Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537, Centro), 30 nov 2008, dom, 17h
Primeira exibição RS: Porto Alegre (RS), 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul [8-16 out], Cine Santander Cultural, 13 out 2009, ter, 10h30

 

Na infância, Ariel Ortega ou Kuaray Poty, expressão guarani para Raio do Sol, via repórteres e cineastas visitarem sua Aldeia Koenju, em São Miguel das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul, para captar imagens da rotina local. Porém, eles iam embora sem mostrar filmes ou vídeos, e sem jamais voltar. A curiosidade de Ariel pelo cinema surge desde então, e cresce a partir do trabalho com câmera em uma oficina do Vídeo nas Aldeias. Criado em 1986, no ano seguinte ao nascimento de Ariel, o projeto estimula a produção audiovisual indígena no Brasil para fortalecer identidades, culturas e patrimônios dos povos originários. O resultado da experiência de Ariel está em seus filmes, que expressam tanto seu método quanto seu objetivo de realizador interessado em oferecer um olhar e um registro audiovisual a partir de dentro da aldeia. O cineasta acompanha o cotidiano das aldeias e de seus integrantes, oferecendo obras não-ficcionais cuja autoria é compartilhada. Sujeitos realizadores e indivíduos documentados se tornam produtores de um discurso sobre si mesmo, sem a intervenção de não-indígenas. Assim, é compreensível que Ariel e os codiretores Jorge Morinico e Germano Beñites surjam em quadro, dentro do campo, sendo ao mesmo tempo diretores do longa e participantes do acontecimento. São identidades que se revelam em cena.

Ariel diz se afastar do estereótipo ou da figura romântica que brancos costumam fazer dos indígenas em ficções ou documentários. Ele quer mostrar a realidade contemporânea da aldeia, as lutas de seu povo, a identidade cultural, os problemas sociais, a música que se escuta, a memória dos idosos, a cosmologia e a espiritualidade de um povo. Como cineasta indígena, obtém maior sintonia com seus entrevistados, estando apto a compreender desde a fala até o silêncio, sentindo as relações dos aldeões tanto com a terra quanto com espíritos, lendas e mitos. Narrado por guaranis em sua língua materna, com pequenas inserções em português por parte de não-indígenas, percebe-se em Mokoĩ tekoá peteĩ jeguatá / Duas aldeias, uma caminhada não somente o registro do cotidiano, mas das próprias linguagens Mbyá-Guarani, sobretudo a fala, mas também os grafismos do artesanato, a musicalidade das canções e o gestual das danças.

Prêmio de melhor filme do ForumDoc em Belo Horizonte, em 2008, o documentário reposiciona a representação e o discurso indígenas tendo em vista o processo histórico-cultural que os situou à margem dos centros socioculturais, políticos e econômicos dominantes. De fato, o contexto socioeconômico marca as aldeias Anhetenguá e Koenju, onde o documentário foi rodado. Empobrecidas, elas reúnem populações sem mata para caçar e sem terra para plantar. Essa dificuldade leva a comunidade a se relacionar com o espaço urbano, vendendo artesanato em Porto Alegre e em São Miguel das Missões, no noroeste gaúcho.

Com Mokoĩ tekoá peteĩ jeguatá / Duas aldeias, uma caminhada, Ariel, Jorge e Germano tentam registrar o agora para preservar antigos conhecimentos e evitar que se percam no futuro. Além disso, os cineastas abordam parte da história de São Miguel das Missões, especialmente trechos ligados ao complexo arquitetônico jesuítico formado pelas ruínas da Igreja de São Miguel. Concluída em 1745, no final do período barroco, após dez anos de trabalho, a estrutura foi erguida pelos antepassados dos indígenas que hoje vendem ali, entre as ruínas do monumento, um pouco de seu artesanato. Após seu primeiro longa, Ariel Ortega codirige com Patrícia Ferreira Pará Yxapy, cineasta indígena da etnia Mbyá-Guarani, os médias-metragens Bicicletas de Nhanderu (2011) e Desterro guarani (2011), o longa Tava – A casa de pedra (2012), e os curtas Mbyá Mirim (2013) e No caminho com Mario (2014). Ariel e Patrícia integram o Coletivo Mbyá-Guarani de Cinema, que obteve o Prêmio Luiz César Cozzatti de Destaque Gaúcho dentro da premiação dos Melhores do Ano de 2020, organizada pela ACCIRS Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul. O prêmio foi dividido com o Coletivo Macumba Lab.

Sinopse


Sem matas para caçar e sem terras para plantar, os Mbya-Guarani dependem da venda do seu artesanato para sobreviver. Três jovens guarani acompanham o dia-a-dia de duas comunidades unidas pela mesma história, do primeiro contato com os europeus até o intenso convívio com os brancos de hoje.
Dividido em duas partes:
I. Tekoá Anhetenguá / Aldeia Verdadeira (Porto Alegre).
II. Tekoá Koenju / Aldeia Alvorecer (município de São Miguel das Missões).

Sinopse desenvolvida:
Na primeira parte, um letreiro com fundo preto informa: Tekoá Anhetenguá. Trata-se da Aldeia Verdadeira. Um cinegrafista indígena chega à comunidade empobrecida nos arredores de Porto Alegre durante o inverno. Registra um ritual que envolve canto e dança. Um grupo de jovens segue em direção à mata. Ao longe, os rapazes observam residências de moradores brancos da região. Na mata, falam sobre a natureza e se alimentam dela. Cortam troncos e retornam à aldeia para outra confraternização. Sem as terras que antes tinham para plantar, sobrevivem de doações por parte de famílias que moram na região. Certo dia, uma mãe vai ao centro de Porto Alegre com seus dois filhos para tentar vender artesanato na calçada. Em outro, os moradores da aldeia acompanham imagens deles mesmos na TV. Elas foram captadas pelos realizadores do documentário horas antes. Durante os dias, crianças brincam na mata ao redor fazendo pequenas armadilhas de madeira. À noite, adultos conversam, fumam cachimbo e tomam chimarrão junto ao fogo. Nos dias de chuva, um videogame rudimentar ajuda adolescentes a passar o tempo. Ao sol, mulheres cultivam uma pequena horta. Jovens adultos dançam em uma roda ao som de violão e violino tocado por dois adolescentes.

Na segunda parte, um letreiro com fundo preto informa: Tekoá Koenju. É a Aldeia Alvorecer, no município de São Miguel das Missões, no noroeste do Rio Grande do Sul. Após amanhecer, um homem bebe seu mate perto do fogareiro. Depois, verifica as armadilhas para animais espalhadas pela localidade. Em uma morada, mulheres trançam a palha para fazer cestos e sacolas. Um rapaz esculpe animais em pedaços de tronco, queimando a madeira com um facão incandescente para representar as penas de uma coruja. As mulheres comentam seus afazeres, seu cotidiano e o cuidado com as crianças. Após o banho, reúnem-se com os homens. Compartilham o mate e a conversa. Os pequenos cantam em grupo. Em uma manhã, um grupo de adultos carregando malas e artesanato em madeira e palha segue até São Miguel das Missões. A antiga Igreja de São Miguel, construída entre 1735 e 1745 por seus antepassados, escravizados por espanhóis interessados em proteger a região e expandir o catolicismo em terras indígenas após o Tratado de Tordesilhas, é agora um ponto turístico monumental. Os habitantes de Tekoá Koenju tentam vender seus produtos para os visitantes não-indígenas. Professoras de história acompanham turmas de estudantes e explicam trechos da história de São Miguel, como o Tratado de Madri, que redefiniria o traçado daquela região de fronteira entre Portugal e Espanha. A decisão desagrada os indígenas. Entre 1750-1756, o período conhecido como Guerras Guaraníticas corresponde a uma série de conflitos que opuseram guaranis e as tropas espanholas e portuguesas no sul do Brasil. Em 1756, a Batalha de Caiboaté, na região de São Gabriel, resultou na morte de 1,5 mil indígenas em cerca de uma hora. Face à história de um verdadeiro massacre cometido por tropas luso-hispânicas, um narrador indígena conta sobre a Lenda da Cobra Grande, surgida após o término das missões jesuíticas no Rio Grande do Sul, quando o local acabou sendo esvaziado e os indígenas sobreviventes, expulsos e escravizados. Abandonada, a Igreja de São Miguel é invadida pelo mato e pela Cobra Grande, que sobe pelas escadas do templo e se aloja na torre da igreja. Faminta, a cobra fazia o sino badalar, atraindo indígenas para saciar sua fome. "Mas quando nosso deus Tupã vê algo errado acontecendo, Ele se transforma em tempestade. Então um raio explodiu o sino, e fez a cobra cair". Na relação dos habitantes de Tekoá Koenju com os turistas brancos em São Miguel das Missões, a ruptura entre as etnias se mostra nitidamente. O diálogo entre os locais e os visitantes é truncado e, apesar do interesse de alguns brancos pela cultura indígena, na maioria das vezes a câmera capta trocas comerciais em que o forasteiro demonstra pouco interesse pelo produto de indígenas ávidos pela venda, sendo esse um meio de subsistência de um povo já sem terra para plantar. Certa relação de dominância se evidencia quando um turista branco entrevistado caracteriza os indígenas como "sujos e dependentes de dinheiro", que cobram para serem fotografados. O cineasta Ariel Ortega responde lembrando que há anos são os brancos que fotografam e filmam os índios guaranis sem pedir permissão e, muitas vezes, ganham dinheiro com as imagens captadas em trabalhos profissionais.

Ficha técnica


IDENTIDADES
Não creditados: Ariel Kuaray Ortega, Francisco da Silva (Kuancito, líder espiritual dos Xondaro), José Cirilo Morinico (cacique da Aldeia Anhetenguá na Lomba do Pinheiro e cacique geral dos Mbya-Guarani no Rio Grande do Sul), Karaí Mirim (Mariano Aguirre).

DIREÇÃO
Direção: Ariel Kuaray Ortega, Jorge Morinico, Germano Beñites.

ROTEIRO
Roteiro: Ariel Kuaray Ortega, Ernesto de Carvalho, Jorge Morinico, Tiago Campos Tôrres, Vincent Carelli.
Tradução: Ariel Kuaray Ortega, Jorge Morinico, Patrícia Ferreira Pará Yxapy, Ernesto de Carvalho.

PRODUÇÃO
Coordenação da oficina: Ernesto de Carvalho, Tiago Campos Tôrres.
Assistência de produção: Olívia Sabino.
Assistência financeiro: Mariana Lilian.
Coordenação Vídeo nas Aldeias: Mari Corrêa, Vincent Carelli.
Responsável técnico no IPHAN RS: Marcus Vinicius Benedeti.

FOTOGRAFIA
Operação de câmera: Ariel Kuaray Ortega, Jorge Morinico, Germano Beñites, Alexandre Patchá, Diego Ferreira.

SOM
Som (não creditado): Ariel Kuaray Ortega, Germano Beñites, Jorge Morinico.

MÚSICA
Músicas (não creditadas):
• canções guarani

FINALIZAÇÃO
Edição: Ernesto de Carvalho.
Finalização de som: Tiago Campos Tôrres.

MECANISMOS DE FINANCIAMENTO
Companhia produtora: Vídeo nas Aldeias (Olinda).
Realização: Vídeo nas Aldeias; IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional / Superintendência Regional do Rio Grande do Sul / MinC Ministério da Cultura.
Apoio: IPHAN Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; NORAD Direktoratet for Utviklingssamarbeid / Norwegian Agency for Development Cooperation (Noruega); Programa Cultura Viva / MinC Ministério da Cultura.

AGRADECIMENTOS
Agradecimentos: Às cozinheiras Júlia e Nélida, Luiz Felício, Candice Ballester, Gabriel e Alexandre, Alice e Gersi da escola de Koenju, e todos das comunidades de Anhetenguá e Koenju.

FILMAGENS
Brasil / RS, em
Porto Alegre, na Tekoá Anhetenguá [Aldeia Verdadeira];
no município de São Miguel das Missões, na Tekoá Koenju [Aldeia Alvorecer].

ASPECTOS TÉCNICOS
Duração: 1:03:24 (YouTube)
Som: Stereo 2.0
Imagem: cor
Proporção de tela: 4:3 letterbox
Formato de captação:
Formato de exibição:

DIVULGAÇÃO
www.videonasaldeias.org.br

PREMIAÇÃO
• forumdoc.bh.2008 12º Festival do Filme Documentário e Etnográfico: melhor filme.

DISTRIBUIÇÃO
Classificação indicativa: Livre.
Contato: Vídeo nas Aldeias.

OBSERVAÇÕES
Cf. créditos finais: // Este vídeo foi realizado com recursos orçamentários do IPHAN durante oficinas de formação em audiovisual para o povo Mbya-Guarani nas aldeias Anhetenguá e Koenju (Rio Grande do Sul) entre novembro de 2007 e junho de 2008. //
Crédito de finalização de som aparece duas vezes.
Cf. créditos finais: // © Vídeo nas Aldeias 2008. //
Complementação aos créditos: catálogo forumdoc.bh.2008, p.88.
Leão, 2009, p.672, credita como sendo de Cuiabá, MT.

Grafias alternativas: Patrícia Ferreira | Jorge Morinico e Jorge Ramos Morinico | Tiago Campos Tôrres, Tiago Campos Torres e Tiago Campos | Ernesto Ignacio de Carvalho e Ernesto de Carvalho | Candice | Marcus Benedetti | Ariel Ortega (cf. créditos).

BIBLIOGRAFIA
BARROS, Moacir Francisco de Sant'ana. Caminhada, canto, conversação: mise-en-scène reversa em três filmes do Coletivo Mbyá-Guarani de Cinema. Belo Horizonte: Programa de Pós-graduação em Comunicação Social-Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas-Universidade Federal de Minas Gerais, 2014. 221p. Orientação: professor dr. André Guimarães Brasil. Tese de doutorado.
PRZYBYLSKI, Mauren Pavão; RÊGO, Francisco Gabriel; SILVA, Priscila Cardoso de Oliveira. Voz e autorrepresentação Mbyá-Guarani – uma análise do documentário Mokoi Tekoá Petei Jeguatá / Duas aldeias, uma caminhada. Doc On-line Revista Digital de Cinema Documentário, Covilhã, Portugal, 1º mar 2016, p.226-246, n.19.
WITTMANN, Luisa Tombini; TÉO, Marcelo. Entrevista com Ariel Ortega, cineasta Mbyá-Guarani. Dossiê História Indígena e estudos decoloniais. Fronteiras – Revista Catarinense de História. Chapecó, 1º jan 2018, p.159-163, n.31.
MUNDURUKU, Daniel. Ariel Ortega – Mekukradjá. Itaú Cultural, São Paulo, 29 jun 2020.
Realizadores indígenas – Etnia Mbyá-Guarani. Vídeo nas Aldeias, Olinda, sd.

Sobre Vídeo nas Aldeias:
Mostra Vídeo nas Aldeias – Um olhar indígena / Video in the Villages exhibition – Through indian eyes. Rio de Janeiro: Centro Cultural Banco do Brasil, 20-25 abr 2004. 131p. Edição bilíngue português-inglês. Textos: Jean-Claude Bernardet, Vincent Carelli, Mari Corrêa, entre outros.
Vídeo nas Aldeias – 25 anos. 2011. Inclui 2 DVDs; um dos filmes do DVD 02 é o média Bicicletas de Nhanderú (2011), uma imersão na espiritualidade presente no cotidiano dos Mbya-Guarani da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões (RS). Textos: Jean-Claude Bernardet, Henri Arraes Gervaseau, entre outros.
LACERDA, Rodrigo. Participação e patrimônio cultural imaterial: o estudo de caso de 'Tava, lugar de referência para o povo Guarani'. Comunicação e Sociedade, 2019, p.143-162, n.36. [http://journals.openedition.org/cs/1783]
WOLF, Ivanirce Gomes. A Produção videográfica dos guarani: entre o político e a arte. Vitória: Programa de Pós-Graduação em Artes-Centro de Artes-Universidade Federal do Espírito Santo, 2019. Mestrado.

Exibições


• Belo Horizonte (MG), forumdoc.bh.2008 12º Festival do Filme Documentário e Etnográfico – Forum de Antropologia, Cinema e Vídeo [27 nov-7 dez]-Mostra Competitiva Nacional, Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537, Centro), 30 nov 2008, dom, 17h

4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul [5 out-10 nov 2009, em 16 capitais]:
• Natal (RN), Auditório do SEBRAE (Av. Lima e Silva, 76, Lagoa Nova) [6-11 out], 7 out 2009, qua, 13h
• São Paulo (SP), Cinemateca Brasileira Sala Petrobras [5-11 out], 9 out 2009, sex, 19h
• Rio de Janeiro (RJ), Caixa Cultural [6-11 out], out 2009
• Porto Alegre (RS), Cine Santander Cultural [8-16 out], 13, 14 out 2009, ter, 10h30, qua, 15h
• Teresina (PI), Sala Torquato Neto no Complexo Cultural Clube dos Diários [13-19 out], 15 out 2009, qui, 14h
• Belo Horizonte (MG), Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537, Centro; 136 lugares + 4 cadeirantes) [13-19 out], 15 out 2009, qui, 15h
• Manaus (AM), Centro Cultural Palácio da Justiça [19-25 out], 20 out 2009, ter, 13h
• Fortaleza (CE), Cine Benjamin Abrahão [19-25 out], out 2009
• Rio Branco (AC), Filmoteca Acreana [19-25 out], out 2009
• Belém (PA), Cine Líbero Luxardo [22-25, 29 out-1º nov], out 2009
• Maceió (AL), Cine SESI Cultural Pajuçara [26 out-1º nov], 27 out 2009, ter, 15h
• Brasília (DF), CCBB Centro Cultural Banco do Brasil [26 out-1º nov], out 2009
• Recife (PE), Cinema da Fundação Joaquim Nabuco [30 out-5 nov], nov 2009
• Curitiba (PR), Cinemateca de Curitiba [2-8 nov], 6 nov 2009, sex, 14h
• Goiânia (GO), Cine Cultura Sala Eduardo Benfica (88 lugares), no Centro Cultural Marieta Telles Machado (Praça Doutor Pedro Ludovico Teixeira 'Praça Cívica', 2, Centro) [3-8 nov], 6 nov 2009, sex, 16h
• Salvador (BA), Sala Walter da Silveira [4-10 nov], nov 2009

• Porto Alegre (RS), Vídeo Índio Brasil 2010 [3-8 ago], CineBancários, 4, 5, 8 ago 2010, qua, 19h, qui, 15h, dom, 17h

• Rio de Janeiro (RS), Mostra Brasilidade [19 nov-2 dez], Centro Cultural Justiça Federal, 28 nov 2010, dom, 16h (debate com Vincent Carelli, Ariel Kuaray Ortega, Patrícia Ferreira Pará Yxapy)

• Santa Maria (RS), Teatro Caixa Preta, anexo ao Prédio 40, do CAL Centro de Artes e Letras, no campus da UFSM em Camobi, 10 ago 2011, qua, 14h

• TVE RS, Jornada da Diversidade [26-30 nov], 28 nov 2012, qua, 23h30

• São Miguel das Missões (RS), Seminário Internacional Missões patrimônio da humanidade: turismo cultural e preservação [12-13 dez], Cinema nas ruínas, sacristia da antiga igreja de São Miguel Arcanjo, 12, 13 dez 2013, qui, sex, 20h

• YouTube, disponível desde 21 ago 2015

• Porto Alegre (RS), POADOC Festival de Documentários de Porto Alegre [online; 14-18 out], 14 out 2020, qua, das 20h às 20h do dia seguinte

Como citar o Portal


Para citar o Portal do Cinema Gaúcho como fonte de sua pesquisa utilize o modelo abaixo:
Mokoĩ tekoá peteĩ jeguatá / Duas aldeias, uma caminhada. In: PORTAL do Cinema Gaúcho. Porto Alegre: Cinemateca Paulo Amorim, 2024. Disponível em: https://cinematecapauloamorim.com.br//portaldocinemagaucho/571/moko-tekoa-pete-jeguata-duas-aldeias-uma-caminhada. Acesso em: 22 de fevereiro de 2024.